sábado, 7 de janeiro de 2012

PayPal will let Home Depot Shoppers Pay at Checkout

PayPal Test Program Will Let Home Depot Shoppers Pay at Checkout

PayPal Mobile Wallet

EBay Inc.’s PayPal division plans to announce a partnership with Home Depot Inc. that lets shoppers use the payment system at checkout, taking aim at Visa Inc. and MasterCard Inc.’s credit card-swiping customers.

The agreement marks the company’s first retail partnership that allows payment on in-store terminals, said Anuj Nayar, a spokesman for the PayPal. Until now, the company has focused on e-commerce transactions.

PayPal, one of the fastest-growing parts of EBay, is trying to maintain its expansion by challenging traditional payment systems. The company is developing a so-called mobile wallet, which could be stored on a consumer’s smartphone or a special PayPal card, letting shoppers pay for items at checkout. The Home Depot project will roll out to consumers later this year, serving as a test project.

“Home Depot has a significant reach,” said Brian Blair, an analyst at Wedge Partners Corp. in New York. “PayPal has been historically in online payments. Now it becomes real-world currency.”

A small number of PayPal employees are already testing the Home Depot payment system at five stores, Nayar said.

The idea of the mobile wallet is to store credit- and debit-card information from a range of providers, with PayPal controlling the experience. The company plans to give customers the option to choose which provider they want to use up to 30 days after the sale.

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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

eCommerce nos EUA atinge Alta Histórica

comScore: Varejo Online registrou crescimento de 15% em 2011.

eCommerce nos EUA atinge Alta Histórica
O Comércio Eletrônico nos EUA alcançou a maior alta de todos os tempos no período de festas do ano passado.

Assim, entre novembro e dezembro de 2011, gastou-se US$ 37,2 bilhões, resultado bastante superior aos US$ 32,4 bilhões gastos em 2010. O desempenho também foi muito maior do que o auferido pelo varejo offline.

A Federação Nacional de Varejo (NRF) projeta que as vendas totais do segmento, excluindo-se os negócios online, tenham alta de 3,8% no período.

Segundo a comScore, a exuberante alta nas vendas online americanas foi impulsionada pela crescente oferta de frete gratuito.

Fonte: Agências internacionais

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

+ 80% dos Internautas usam as Redes Sociais para opinar sobre os Programas de TV

TV de Tela LCD, Controle Remoto e um bom sofá não são mais suficientes para assistir a televisão. Na nova lista de aparelhos de entretenimento ainda entram smartphones, tablets e notebooks, que possibilitam o acesso às Redes Sociais.

Internautas usam Redes Sociais para opinar sobre TV

Segundo a Motorola Mobility, que entrevistou 9 mil pessoas sobre os hábitos de consumo de mídia na América do Norte, Europa, Brasil, México e Argentina, a maioria dos telespectadores (72%) discute com os amigos, durante a exibição, o conteúdo de programas de TV por meio das Redes Sociais.

No estudo, os entrevistados relataram que a experiência da Televisão Tradicional é aprimorada pelo Entretenimento Digital e pelas Mídias Sociais. Além disso, há uma busca por conteúdo e conexão via tevê. Em 2010, esse número era quase duas vezes menor que o registrado no ano passado.

No Brasil, a quantidade de pessoas tuitando ou postando no Facebook durante os programas de televisão é de 82% dos entrevistados, um aumento de 18% se comparado a 2010 — e 10 pontos percentuais mais alto que a média mundial. Desses, 43% utilizaram para recomendar o programa de televisão a um amigo. “Estamos vivendo em uma era de convergência. Os smartphones e tablets estão mudando fundalmentamente o modo com o as pessoas consomem e interagem com a mídia”, ressalta Diego Higgins, diretor de Mobile do Yahoo! Brasil.

Seguem os principais fatores apontados com os responsáveis por esse aumento:
- Necessidade de estar conectado às Redes Sociais — os brasileiros passam em média 6 horas por dia navegando nessas plataformas;
- Crescente venda de smartphones;
- Chegada dos aparelhos de televisão inteligentes (Smart TV);
- Explosão de aplicativos feitos para compartilhar o que é visto na televisão — só na App Store, loja de programas dos dispositivos da Apple, são mais de 300 opções.

A popularidade desses aplicativos é tão grande que já há versões segmentadas, que permitem compartilhar apenas um tipo de atração, e aquelas que englobam outras mídias e atividades, como ler livros. Nesse último caso é que está o GetGlue. Em parceria com mais de 50 empresas no mundo, o GetGlue conta com mais de 2 milhões de usuários. “Estamos no cerne de um fenômeno que está acelerando rapidamente. As pessoas escolheram aumentar a interação social enquanto consomem conteúdo”, explicou ao Correio Alex Iskold, CEO e fundador do GetGlue .

O funcionamento é simples. Após fazer o download, disponível em aparelhos com iOS, Android e com uma versão mobile para outras marcas, basta integrar a conta com o Facebook (ou fazer um cadastro separado). A partir daí, o usuário pode escolher entre 8 categorias: programas de tevê, músicas, livros, filmes, jogos, tópicos para discussão, conversas sobre celebridades e vinhos. Em seguida, dê o check-in, assim como acontece no foursquare, mas, nesse caso, será para dizer qual atividade está sendo feita. Há ainda a opção de avaliar e deixar comentários acerca da canção que se está ouvindo, por exemplo. “A Internet tem tido um importante papel no modo como as pessoas consomem as atrações midiáticas. Há uma união do Entretenimento com as Redes Sociais”, ressalta Iskold.

O IntoNow — adquirido pelo Yahoo! no ano passado — é outro exemplo de como é possível melhorar a experiência de convergência entre a TV e as Redes Sociais. Em vez de o usuário digitar ou localizar em uma lista o nome do programa, basta apertar um botão que o aplicativo localiza por meio do áudio da televisão o que está passando na telinha. Foram armazenados no banco de dados da empresa mais de 14 milhões de minutos de transmissão de diversas emissoras de TV, o que equivale a mais de 266 anos de conteúdo. A central monitora cerca de 130 canais nos Estados Unidos. “A interação do público com as emissoras de TV é algo sempre bom para as duas partes. O IntoNow ajuda a verificar e entender exatamente o que o espectador está assistindo e dar comunicação a eles”, explica Higgis do Yahoo!.

O IntoNow, ao ouvir o áudio de uma série televisiva, por exemplo, é capaz de identificar o nome do episódio, o capítulo e a temporada. Por enquanto, o aplicativo funciona apenas para os Estados Unidos, mas deve ser por pouco tempo. “Claro que vamos expandir o serviço internacionalmente em vários mercados, mas ainda não posso dizer o que temos de concreto”, diz Higgins, do Yahoo!

Em todo lugar

O estudo da Motorola Mobility mostra que os telespectadores do Brasil estão deixando de assistir a programas no televisor. Apenas 12% dos entrevistados veem tevê utilizando um aparelho tradicional. Enquanto isso, o número de celulares usados para esse fim está crescendo no Brasil. Segundo a pesquisa, 34% dos brasileiros assistem atrações pelo telefone, sendo que 19% fazem isso todos os dias. Com esses números, o país está a frente de todos os outros 16 pesquisados.

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USA - Online Shopping jumps 16.4% on Christmas Day

A growing number of shoppers in the U.S. apparently need only the briefest of breaks before diving back in, especially if they can log in to shop.


IBM found that online shopping jumped 16.4 percent on Christmas Day over last year, and the dollar amount of those purchases that were made using mobile devices leaped 172.9 percent.

mCommerce jumos in 2011 XMas - Online Santa

IBM tracks shopping at more than 500 websites other than Amazon.com, which is the largest. It found a huge increase in the number of shoppers making their purchases with iPhones, iPads and Android-powered mobile devices.

"In fact, nearly 7% of all Online Purchases were made using iPads, just 18 months after the tablet computers were released by Apple Inc.", said John Squire, chief strategy officer for IBM's Smarter Commerce unit.

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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Samsung Galaxy Nexus: Google reveals Android 4.0 - "Ice Cream Sandwich"

Samsung Galaxy Nexus a Major Android Smartphone Upgrade

Samsung Galaxy Nexus - Android 4.0 Smartphone

Even from the Samsung Galaxy Nexus lock screen, you get a sense that this Google-backed Android smartphone is going to be different from all those that came before it. The reason: You can unlock the screen by quite literally showing your face.



Facial recognition is one of the cool, if still slightly flawed technologies included as part of Android version 4.0, perhaps better known by its yummy moniker Ice Cream Sandwich. Fortunately, you can rely on PINs and other backup plans when your mug fails to unlock the screen, which in dim light and under other circumstances happens more often than you'd like.

The new Galaxy Nexus from Samsung sports a 4.65-inch HD super AMOLED touch-screen display. The 8.94 millimeters thin phone boasts a 1280-by-720 resolution and runs on a powerful 1.2-Ghz, dual-core application processor.

The above ad focuses on the creative flexibility and technological power of the new Samsung smart phone, which will ship with Android 4.0 “Ice Cream Sandwich.”

And it really does look pretty cool. A front-facing camera for video chatting is a welcome addition. The panoramic shots are cool. I don’t think any single phone is going to be an iPhone killer, but with the improvements baked into the new Android OS, and the impressive new screens on this and other Samsung phones, you can see how the market could easily shift away from such enormous Apple dominance.

Veja mais:
- Smartphone Wars: A Hegemonia do Android Smartphone Wars - A Aurora de um novo Gigante!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Dicas e Boas Praticas que os Blogueiros devem seguir do Jornalismo

Boas Práticas que Blogueiros devem aprender com Jornalistas

Boas Práticas que Blogueiros devem aprender com Jornalistas

Muito se fala sobre as diferenças entre blogueiros e jornalistas. Este, inclusive, é um dos panos de fundo do filme "Contágio", em cartáz nos cinemas. Durante o filme, um jornalista paleozóico solta a seguinte e inesquecível pérola: "Blog não é não é jornal! É grafite com pontuação..."

Uma das questões mais debatidas, que permeia o tema, é a grande dificuldade que jornalistas antigos, ou com "mente antiga", têm em interagir de maneira informal na web utilizando um blog, por exemplo. Por outro lado, alguns blogueiros desenvolvem artigos e matérias com tanto empenho que muitas vezes, mesmo de maneira informal, contribuem de forma inconteste para a evolução do jornalismo como um todo.

De qualquer forma, ainda existem enormes diferenças entre blogueiros e jornalistas. Assim, pelo menos de nossa parte, meros e dedicados blogueiros, cabe-nos aprender diversas das boas práticas desses grandes profissionais.

Trate de seu texto com carinho

Uma boa redação, evitando-se erros de escrita não apenas é mais que bemvinda pelos leitores, mas também melhora o SEO, pois o Google "detesta" erros ortográficos...

Escreva como se fosse um Diário

Grande parte dos blogs, como o meu, não é atualizada diáriamente. Porém,mesmo não escrevendo todos os dias em seu blog, tente criar uma forma rápida de escrever histórias e/ou notícias. Os jornalistas têm essa facilidade de criar histórias de forma rápida e que por muitas vezes prendem nossa atenção.

Esta prática certamente contribuirá para trazer novos leitores e, principalmente, fidelizar os atuais.

Desenvolva um Calendário Editorial

Crie um calendário, mesmo que você escreva sozinho(a) em seu blog, e isso irá facilitar bastante. Tente, por exemplo, criar posts utilizando um mesmo tema e, com o controle do calendário, você saberá muito bem quando terá que escrever.

Escreva sobre novas notícias interessantes e atuais (o famoso hype)

É certamente mais trabalhoso, do que simplesmente "copiar e colar", todavia a importância de publicar textos diferentes da maioria é fundamental. Além de ser super que bemvinda pelos leitores, que têm a oportunidade de visualizar novos ângulos e detalhes do assunto, também melhora o SEO, pois o Google privilegia os textos originais em suas pesquisas.

Isso é um dos "segredos" de alguns bons blogueiros e jornalistas. Eles veem uma notícia sobre um assunto polêmico e que provavelmente sairá na mídia tradicional e em massa, e escrevem sobre essa notícia de maneira diferente e inserindo seu ponto de vista sobre aquele assunto. Veja meu post: As Videolocadoras deixaram de existir e o DVD chegou ao seu fim. Será a TV à Cabo a próxima vítima?, ele é um exemplo disso! Um dos mais lidos em meu blog.

Sempre que possível, linke outros artigos, para melhorar o "link building" deseu blog como um todo.

Foque nos leitores

Mesmo com um blog corporativo ou profissional, que é o caso do Economia Digital, pense sempre na necessidade de leitura e busca de informação dos seus leitores. Os jornalistas, em sua maioria, escrevem todos os dias sobre a notícia da “moda” e, por isso, eles desenvolvem uma forma diferente de falar da notícia sem ficar na "mesmice".

Finalmente, encontrei algumas dessas dicas no "Social Media Today", fiz algumas alterações de forma e estilo (lembrem-se da dica do SEO) e acrecentei meu ponto de vista sobre os temas citados no post. Mais uma dica valiosa para escrever em blogs.

Espero que tenham gostado!

domingo, 6 de novembro de 2011

Solução de Pagamento Móvel: do Brasil para a Nigéria. Promessa ou Realidade?

A África já possui um dos casos de maior sucesso de Pagamento Móvel, no Quênia. No continente, as Operadoras de Telefonia são maiores que os Bancos!

Solução de Pagamento Móvel. Promessa ou Realidade?
Ainda é pequeno no mundo, mas já começa a avançar.

A promessa de que o celular vai substituir a carteira está aí há anos. Mas, no mundo todo, tem demorado mais que o esperado para se materializar. Segundo a consultoria Gartner, os usuários de pagamentos móveis devem chegar a 141,1 milhões este ano, um crescimento de 38,2% sobre 2010.

Pode parecer bastante, mas é quase nada numa base mundial de 6 bilhões de celulares. O volume de dinheiro movimentado pelos pagamentos móveis, ainda de acordo com o Gartner, aumentará 75,9% em 2011, para US$ 86,1 bilhões.

Um dos casos de maior sucesso do mundo em é o M-Pesa, da Safaricom, no Quênia. Lançado em março de 2007, tem mais de 14 milhões de clientes. Por falta de infraestrutura bancária, os quenianos passaram diretamente das cédulas de papel para os pagamentos via telefone móvel, sem passar pelos cartões de plástico. Da mesma forma que, nas telecomunicações, abraçaram os celulares, pulando a fase do telefone fixo.

A brasileira Freeddom espera fazer a mesma mágica na Nigéria. A empresa assinou um contrato com o United Bank for Africa (UBA), maior banco da país, para fornecer um serviço de pagamentos via celular. O sistema foi homologado pelo banco central nigeriano e o UBA planeja incentivar, numa primeira fase, que metade de 8 milhões de correntistas migre para o serviço.

"Há um mês e meio, recebemos a licença permanente", disse Guilherme Messiano, diretor de Novos Negócios da Freeddom. Antes disso, tinham feito um piloto com 5 mil pessoas. Segundo o executivo, cerca de 4 milhões de clientes do UBA têm o equivalente a menos de R$ 200 depositados em suas contas e, por isso, o banco chegou à conclusão que seria melhor se eles migrassem para os serviços móveis, no lugar de manter uma conta convencional. O maior potencial no entanto, são os 90% da população queniana que ainda não têm conta em banco.

Mudança

A Freeddom criou o Paggo, vendido para a Oi, que depois tornou-se sócia da Cielo no serviço. O Paggo é hoje o maior sistema de pagamentos móveis no País, com cerca de 80 mil usuários. No mês passado, foi relançado.

Com o relançamento, a conta do Oi Paggo passou a estar vinculada a um cartão de crédito, e as máquinas da Cielo passaram a aceitar pagamentos via celular, inicialmente na Região Nordeste. "Com isso, rompemos uma barreira de crescimento", disse Eduardo Chedid, vice-presidente executivo de Produtos e Negócios da Cielo.

Até o fim do ano, as máquinas da empresa aceitarão pagamento por celular em todo o Nordeste e, durante 2012, em todo o País. Um dos obstáculos à adoção do Paggo era o número limitado de estabelecimentos preparados para o serviço.

O Paggo funciona via SMS: o cliente recebe uma mensagem, pedindo a confirmação da compra, digita a sua senha e, depois, recebe outra mensagem confirmando a transação. O lojista só digita na sua máquina o número do celular e o valor da transação.

"O cliente tem recebido o SMS, em média, em quatro a seis segundos", disse Chedid. "Tem sido bem positivo o retorno sobre a usabilidade."

A Cielo também aposta na substituição da máquina leitora de cartões, chamada de POS, pelos celulares. A empresa tem aplicativos para smartphones, nas versões iOS (Apple iPhone e iPad) e Android (Google), para receber pagamentos.

"Temos cerca de 52 mil usuários", afirmou o vice-presidente da Cielo. "Ainda são três iPhones para cada Android, mas a versão para Android saiu seis meses depois."

Segundo ele, 24% dos usuários são do setor de saúde (dentistas e médicos). "Isso é bem interessante, porque o uso de cartões nessa área ainda é muito baixa", explicou. O valor médio do pagamento recebido pelo aplicativo é de R$ 180, acima da média de R$ 80 na máquina leitora de cartões.

Expansão

Existem algumas explicações para os pagamentos móveis estarem crescendo abaixo do esperado. Sandy Shen, diretora de pesquisa do Gartner, apontou em relatório que o principal desafio é convencer os consumidores a mudar de comportamento, usando o celular no lugar do dinheiro e do cartão.

Outra pesquisa, feita pela Mastercard nos Estados Unidos, apontou que 63% dos jovens de 18 a 34 anos estavam dispostos a usar seus celulares para pagar por suas compras. A mesma pesquisa mostrou que 65% dos jovens se sentiriam mais desamparados sem celular que sem carteira.

Desde o fim do ano passado, a Mastercard tem um piloto de pagamentos móveis em São José dos Campos (SP). "Já temos 1,3 mil estabelecimentos que aceitam o serviço, sendo 300 completamente novos", disse Luiz Guilherme Roncato, diretor de Pagamentos Avançados da Mastercard Brasil.

A tecnologia usada pela Mastercard é diferente do Paggo. A empresa usa um aplicativo instalado no chip do celular, que funciona como uma carteira eletrônica. A operadora parceira da empresa no projeto é a Vivo, e a credenciadora é a Redecard.

A Mastercard também aposta em outro sistema, de cartão "contactless" (sem contato, como o NFC - Near Field Communication -, nos smartphones). O cliente só precisa aproximá-lo da leitora, para que a transação seja processada. Ela deve lançar o serviço comercialmente no País no ano que vem.

Veja mais em:

- O Futuro do Dinheiro Eletrônico no Brasil

- Pagamento Móvel - Near Field Communication (NFC)

- Google Virtual Wallet - plataforma Meios de Pagamento Móvel deixa o checkout mais simples

- Apple abalará indústria de Pagamentos Móveis - Mobile Payment / mPay (Meios de Pagamento na Internet)

Groupon faz o 2º maior IPO da história das dotcom's e levanta US$ 700 milhões!

Groupon faz o 2º maior IPO da história das dotcom's e levanta US$ 700 milhões! A quantidade foi 30% maior do que pretendia, o que avalia a maior provedora de cupons on-line em cerca de US$ 12,7 bilhões.

Groupon faz o 2º maior IPO da história das dotcom's

O GroupOn vendeu 35 milhões de ações a US$ 20 cada, o que de acordo com dados compilados pela Bloomberg é o maior IPO de uma companhia de internet dos EUA desde que o Google levantou US$ 1,9 bilhão em sua oferta inicial, em 2004.

O IPO do Groupon atraiu interesse mesmo depois de erros internos, falta de rentabilidade e uma avaliação cara em comparação com seus pares terem deixado alguns investidores céticos.

As ações vão começar a ser negociadas hoje na bolsa de valores Nasdaq sob a sigla GRPN.

Contexto

Apesar de o Groupon ter dito em seu prospecto que não vai precisar usar os recursos do IPO por pelo menos um ano e que não tem urgência de recursos, a companhia devia quase o dobro do que tinha em caixa no final de setembro. Os custos de marketing cresceram 37% no último trimestre, quatro vezes mais rápido do que sua pilha de dinheiro.

Existem ainda pressões competitivas. Amazon.com, Google e LivingSocial oferecem grupos de desconto e estão dado condições mais favoráveis aos comerciantes.Isso levou o Groupon a aceitar margens mais baixas para evitar perder negócio.

Os conselheiros do Groupon basearam a faixa de preço do IPO em uma projeção de que a companhia terá vendas de cerca de US$ 2,1 bilhões no próximo ano, segundo fontes familiarizadas com a questão.

Em setembro a companhia revisou seus dados de receita para excluir os valores de vendas repassados aos comericantes e anunciou a saída do seu segundo chefe operacional em seis meses. A empresa teve um prejuízo líquido de US$ 214,5 milhões nos três primeiros trimestres de 2011.

Brasil torna-se o terceiro maior país do mundo em quantidade de internautas!

O Brasil acaba de tornar-se 3º maior país do mundo em número de usuários de Internet ativos em casa ou no trabalho!

Brasil é o 3º maior país do mundo em número de usuários de Internet

Segundo o Ibope Nielsen Online, o Brasil superou Alemanha ao alcançar 46,3 milhões de usuários de Internet ativos em casa ou no trabalho em setembro. Ou seja, um crescimento de 14%!

Esse resultado mostrou que o país apresentou um crescimento de 14% em relação ao mesmo período de 2010 e superou pela 1ª vez a Alemanha em número de usuários de Internet, ficando em 3º lugar no ranking mundial de 2011, nesta categoria.

No futuro, esta deverá ser a posição que o Brasil disputará com a Índia na Internet, deixando China e EUA nas primeiras posições, respectivamente.

No ano passado, o Brasil já havia superado a França e o Reino Unido. O maior crescimento entre os usuários ativos no Brasil acontece nas residências, que tiveram alta de 37% entre setembro de 2009 e 2011. Os Estados Unidos continuam em primeiro no ranking de 2011, com 203 milhões de internautas em setembro, sendo seguidos de longe pelo Japão, que registrou 62 milhões de usuário ativos no mês passado.

O estudo mostra também que o Brasil atingiu um total de 77,8 milhões de brasileiros com acesso a web em qualquer ambiente (casas, trabalho, escolas, lan houses, entre outros lugares) no segundo trimestre deste ano.

A quantidade de brasileiros que vivem em casas com computadores que possuem acesso a Internet é mais uma das métricas positivas do levantamento, apresentando o maior crescimento anual da última década. Esse número subiu de 48 milhões em 2010 para 58 milhões de pessoas no último trimestre.

Velocidade das Conexões à Internet

Finalmente, o Brasil registrou aumento no número de usuários ativos em residências (que passam dos 31 milhões) com conexões mais rápidas que 512 kbps. Segundo a pesquisa, a porcentagem desses internautas subiu de 61% para 77,8% em setembro de 2011. Já os usuários com velocidades entre 2Mbps e 8Mbps tiveram crescimento ainda maior, indo de 12,1% para 21,3%.

Guerra Fiscal no eCommerce gera ICMS dobrado nas Vendas via Internet

Distrito Federal e 19 Estados querem a divisão do imposto nessas vendas e, na falta de acordo, resolveram atropelar o Comércio Eletrônico brasileiro.
A ideia nunca é preservar o desenvolvimento econômico! É aumentar o "Custo Brasil"!

Bitributação, não! Guerra do ICMS no e-Commerce
No final do dia, para variar, é o eConsumidor quem paga a conta da briga pelo ICMS no eCommerce.

O Distrito Federal e outros 19 Estados, que não possuem parque de empresas de Varejo Online, querem a divisão do imposto nas vendas online e, na ausência de acordo com as demais unidades da Federação, resolveram adotar uma infeliz idéia de literalmente bitributar.

Caroline Lopes Durce, de Brasília, teve de arcar com mais 10% de ICMS sobre a cerâmica que comprou de São Paulo, mesmo depois de a Loja Virtualpaulista já ter pago o imposto sobre a mercadoria.

"Concordo com o pagamento de impostos, mas desde que se pague apenas uma vez, é triste ter que pagar de novo", afirmou Durce. "Vou continuar comprando, porque mesmo com dois ICMS a cerâmica é muito mais barata do que aqui." O que realça a total falta de competitividade local, no que DF realmente deveria se preocupando!

Vinte Estados passaram a cobrar uma ABUSIVA e INCONSTITUCIONAL parcela adicional de ICMS nas compras feitas no Varejo Online e por telemarketing, muitas vezes direto do consumidor. A disputa opõe São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Amazonas e os Estados do Sul contra os demais.

O recolhimento se baseia num protocolo do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) assinado pelos 20 Estados. O documento é considerado inconstitucional pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) e ilegal pelo próprio conselho de secretários estaduais porque a regra exige a assinatura de todos os Estados para que as decisões entrem em vigor.

A OAB e o IDEC também já se posicionaram contrariamente ao fato meses atrás! Vide links abaixo.

"Alguns Estados estão forçando a barra cobrando esse imposto na entrada dos produtos", disse René de Oliveira e Sousa Júnior, presidente da Comissão Técnica do ICMS no Confaz. "Isso não tem legalidade nenhuma." O protocolo determina a cobrança do adicional de ICMS mesmo dos Estados que não assinaram o documento. O objetivo é compensar as "perdas" fiscais. Isso porque como os produtos não chegam mais nas lojas de Sergipe e Bahia, por exemplo, o governo desses Estados não tem como recolher o imposto, o que reduziria a arrecadação.

Hoje, se um produto paga uma alíquota, por exemplo, de 10% de ICMS, parte disso fica para o Estado onde foi produzido e parte fica com o Estado onde a venda é feita. No caso das vendas efetuadas via Internet, essa parte do Estado que vendia deixa de existir. Esta é uma das justas razões que justificam o preço online ser mais baixo.

Segundo o advogado Ives Gandra Martins, presidente do Conselho Superior de Direito da Federação do Comércio de São Paulo, o protocolo contraria a Constituição porque não houve a unanimidade dos Estados e porque o consumidor não é contribuinte do ICMS. "Quando a lei não atende mais o objetivo é preciso muda-la. Na democracia não posso dizer que não concordo com a lei e não vou cumpri-la."

Infelizmente, "os Estados vão continuar cobrando o diferencial de ICMS, porque é uma perda significativa e exponencialmente crescente", diz o secretário de Sergipe, João Andrade.

Bitributando e não contribuindo para o avanço de um dos mais importantes setores de nossa economia! Ao invés de bitrinutarmos, deveríamos zerar os impostos online, como sabiamente fazem os países que vêem neste segmento um dos motores de sua importância futura no cenário mundial!

Temos que levar em consideração que o Brasil acaba de tornar-se 3º maior país do mundo em número de internautas!

Reforma tributária já!

Viva a Economia Digital!


Leia mais em:

- Bitributação do ICMS no eCommerce - OAB questiona o STF

- IDEC condena bitributação do ICMS em operações de e-Commerce

- Bitributação, não! TJ/MS ratifica Carta de Brasília e complica ainda mais, o Sistema Tributário mais complexo do mudo!