terça-feira, 7 de março de 2017

DIY: How to kill innovation in Brazil - 101

How kill innovation Brazil
The funds collected by the Telecommunications Inspection Fund (Fistel) are one of the most important Anatel's financing sources, after being transferred to the amounts due to Fust and Funttel.

Unfortunately, the revenues of the three funds (Fistel, Fust and Funttel), year over year, generates a significant excess of collection, and this financial surplus is always transferred to the National Treasury.

To oversee telecommunication services, Anatel annually applies less than 20% of what it collects with Fistel. The revenue coming from the Fust is practically not applied in the purpose established in the law. Thus, the three funds set aside are truly distorted for applications that do not conform to the laws they create.

Therefore, why not to reduce the value of Fistel's fees in order to generate what effectively corresponds to Anatel's needs? Why not repeal as laws of Fust and Funttel, that the resources are not used and the last exercises of transfer to the National Treasury in breach of legislation?

Finally, it can be said that these heavy taxes in Brazil, whose counterparts are not clear enough, are not just innovations killers, stealing large amounts of financial resources that could be applied by Telco Operators in R & D... Theses taxes are also entry of barriers for startups of Internet of Things, which does not have the capital needed to face the huge and retrograde taxes, charged upfront.

Other interesting readings and sites:



sábado, 4 de março de 2017

A Internet das Coisas: hoje e amanhã - ROI e Transformação

Pesquisa intitulada "A Internet das Coisas: hoje e amanhã", publicada pela Aruba, uma empresa da Hewlett Packard Enterprise, revela que a IoT irá em breve se disseminar em larga escala. 

IoT ROI Initiatives - Iniciativas de Internet das Coisas geram ROI

Segundo a pesquisa, 85% dos negócios pretendem adotar a IoT até 2019, guiados pela necessidade de inovação e de eficiência nos negócios. Embora a análise confirme os claros benefícios dos investimentos em IoT, o relatório da Aruba alerta para o fato de que conectar milhares de coisas às atuais redes corporativas já resultou em brechas de segurança para a maioria das organizações.

Para realizar a pesquisa foram entrevistados 3.100 tomadores de decisões das áreas de TI e negócios em 20 países, para avaliar o atual estado da IoT e seu impacto em diferentes indústrias. O estudo mostra que, enquanto quase todos os entrevistados (98%) têm ideia do que é IoT, muitos não têm clareza da definição exata de Internet das Coisas e do que ela representa para o mundo dos negócios.

Em seu novo eBook "Entendendo a IoT", patrocinado pela Aruba, o visionário do mundo da tecnologia Kevin Ashton — que criou o termo "Internet das Coisas" — apresenta a seguinte definição: "A 'Internet das Coisas' significa sensores conectados à Internet e comportando-se de forma semelhante à Internet ao criar conexões ad hoc abertas, compartilhando dados livremente e permitindo aplicações inesperadas, então os computadores podem entender o mundo ao redor deles e se tornarem o sistema nervoso da humanidade."

Superação das expectativas

Ao examinar os benefícios da IoT para os negócios, Ashton descobriu que os benefícios para o mundo conseguidos com a IoT superaram inclusive as expectativas originais. Esta "superação de expectativas" se torna evidente em duas áreas essenciais: eficiência dos negócios e lucratividade.

Como exemplo, apenas 16% dos líderes de negócios projetaram grandes lucros com seus negócios de IoT. Mas logo após a adoção, 32% dos executivos já reportaram crescimento nos lucros. De forma semelhante, 29% dos executivos esperavam que suas estratégias de IoT resultassem em melhorias na eficiência, enquanto que os resultados atuais mostram que 46% já conseguiram ganhos de eficiência.

Um amplo diálogo precisa ser aberto para que possamos gerenciar positivamente o impacto da Internet das Coisas. O ponto de partida inicial é alinhar a IoT para os objetivos gerais da empresa, e para separar esses objetivos em quatro pilares: visibilidade, segurança, inovação e lucratividade.

Algumas das áreas que a IoT está ajudando a transformar:
  • 82% afirmam que viram crescimento na Eficiência dos Negócios desde que adotaram a tecnologia de IoT
  • 81% viram a IT das organizações se tornar mais Eficiente
  • 73% tiveram Reduções de Custos
  • 78% viram melhoria na Experiência do Cliente
  • 72% declararam crescimento na Lucratividade
  • 77% viram melhoria na Visibilidade dos Processos ao longo de toda a organização

A média do Retorno sobre o Investimento (ROI) da IoT

Em todo o mundo, a média do Retorno sobre o Investimento da IoT foi de 34%. Mais de um quarto dos respondentes (27%) revelaram um ROI de mais de 40% com IoT e um em dez afirmaram superar um retorno de 60%.
Retorno sobre o Investimento (ROI) de IoT - Internet das Coisas

A pesquisa da Aruba revela vários níveis de maturidade da IoT em diferentes setores da indústria. As cinco verticais listadas são as líderes em adoção da IoT e têm obtido benefícios tangíveis a partir de estudos de casos focados na adoção.

Um) Empresas

Empresas criam um ambiente de trabalho inteligente para produtividade e eficiência:
  • Mais de sete em dez (72%) das empresas adotaram dispositivos de IoT no ambiente de trabalho. Serviços internos baseados em localização aparecem como o segundo mais promissor uso para aprimorar a produtividade dos empregados, atrás de monitoramento remoto. Vinte por cento reportaram a operação remota de iluminação e controle da temperatura de prédios como o uso principal. Porém, esse número mais que dobra, atingindo 53%, quando a questão é implementações futuras.
  • Ao olhar para os resultados tangíveis realizados, 78% afirmam que a adoção da IoT no ambiente de trabalho aprimorou a eficiência de seu time de TI e 75% apontam crescimento na lucratividade.

Dois) Indústria

O Setor Industrial aumentou a eficiência nos negócios e a visibilidade com o uso da IoT para monitoramento e manutenção:
  • Mais de seis em cada dez entrevistados (62%) do setor industrial responderam que já adotaram IoT. O seu uso para monitorar e manter funções essenciais da indústria foi identificado como o de maior impacto. Atualmente, o uso de câmeras IP de monitoramento para segurança física em indústrias está ainda em sua fase inicial, com apenas 6% tendo adotado essa tecnologia. Contudo, quando questionados sobre futuras adoções, o resultado foi multiplicado por cinco, atingindo 32%.
  • Nesse setor, 83% apontaram o crescimento na eficiência dos negócios e 80% identificaram aumento na visibilidade em toda a organização.

Três) Saúde

A Saúde adota IoT para aprimorar o monitoramento de pacientes, redução de custo e promover a inovação:
  • Surgindo como o terceiro mais avançado setor na adoção da IoT, cerca de 60% das empresas de saúde já implementaram equipamento de IoT em suas unidades.
  • Nessa área, 42% dos executivos apontam como número um em uso de IoT o item monitoramento e manutenção — acima de todos os outros setores. Isso destaca a importância do monitoramento de pacientes por meio da Internet das Coisas na atual indústria de saúde.
  • Oito em dez respondentes apontaram o crescimento na inovação e 73% destacaram o corte de custos.

Quatro) Varejo

Varejistas promovem o engajamento de consumidores e aumentam as vendas com o uso de tecnologia de localização em ambientes internos:
  • Apenas 49% dos varejistas estão usando a tecnologia de IoT, mas 81% dos que já utilizam afirmaram ter aprimorado a experiência de usuário. Uma experiência de consumidor aprimorada costuma ter um impacto significativo na lealdade do cliente e na receita.
  • Serviços de envio de ofertas personalizadas e de informações de produtos dentro das lojas aos consumidores surgem como a principal adoção da IoT nessa área, junto com monitoramento e manutenção. Quatro em cada dez varejistas colocaram vigilância na lista de top 3 de casos de uso.

Cinco) Governo

Últimos colocados entre os cinco segmentos, os Governos estão atrasados na adoção da IoT, lutando com tecnologias legadas e a necessidade de redução de custos:
  • Setor com maior lentidão para adotar a IoT, o governo apresenta apenas 42% dos municípios com o uso de dispositivos e sensores de IoT. Um terço (35%) dos tomadores de decisões de da área de TI reclamam que os executivos nessa área têm pouco conhecimento sobre o que é IoT, o dobro da média, o que sugere que a desinformação é a maior barreira para a adoção em massa no setor.
  • Enquanto quase metade (49%) dos departamentos de TI na área de governo lutam com tecnologias legadas, sete em cada dez usuários de IoT no setor público reportam corte de custos e melhoria na visibilidade organizacional como os maiores benefícios.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

A conectividade facilita a vida e transforma objetos em parceiros... #IoT #CES

 A Internet das Coisas (#IoT) é uma oportunidade ímpar para as empresas Reescreverem as Regras de sua Indústria


Infinite Possibilities of IoT - CES 2017

- Casa Inteligente: tornando a vida em casa mais fácil e segura 
- Cidade Inteligente: melhorando a qualidade vida 
- Mobilidade Conectada: carro passa a ter um novo conceito - o de assistente pessoal 
- Indústria 4.0: conectando pessoas, máquinas e objetos em tempo real 

A grande vedete da CES 2017, maior evento de eletrônicos de consumo do mundo, foi a Internet das Coisas.

As Soluções de IoT, mostradas na CES, ilustraram como a conectividade está transformando as coisas em parceiras, companheiras e assistentes. Foram apresentadas soluções inovadoras nas áreas de: casa inteligente, cidade inteligente, mobilidade conectada, Indústria 4.0 e Tecnologias baseadas em Sensores - são tecnologias que facilitam e tornam o dia a dia mais confortável e seguro.

Casa Inteligente: Tornando a vida em casa mais fácil e segura
Connected Home
Os Sistemas de Casas Inteligentes da permitem facilmente controlar, por meio de cenários, dispositivos conectados em casa por meio de um único aplicativo. Além do controle da iluminação, som e imagem, dispositivos tais como os detectores de fumaça e movimento que podem assumir funções adicionais. 
Assistentes Pessoais para a Cozinha: A Bosch, por exemplo, lançou o "My Kitchen Elf" ou, simplesmente Mykie. Trata-se de um conceito de assistente pessoal inteligente na cozinha, operado pela voz do usuário. Mykie escuta, responde às perguntas e ajuda nas tarefas do dia a dia como, por exemplo, informando exatamente quanto tempo determinado alimento ainda deve permanecer no forno, os ingredientes disponíveis no refrigerador ou previsão do tempo para os próximos dias. Com o Mykie, os usuários podem controlar toda variedade de aparelhos eletrodomésticos conectados. 

Ferramentas Elétricas Conectadas: Neste cenário, a CES demonstrou produtos e sistemas de gerenciamento que podem ser usados para otimizar os processos de trabalho e aumentar a produtividade. Uma das novidades apresentadas foi a possibilidade de personalização de ferramentas elétricas conectadas por meio aplicativos, configurando seus dispositivos para atender as suas necessidades individuais e salvar a configuração de ajustes para serem utilizados no futuro. Os usuários também podem receber informações sobre o status de suas ferramentas, assim como dicas para corrigir problemas como, por exemplo, quando o dispositivo desliga por causa de superaquecimento. O aplicativo também mostra ao usuário há quanto tempo ferramenta está em uso. Em alguns casos, o mesmo pode ser usado ainda como um controle remoto e, com isso, economizar o tempo dos profissionais. 

Cidade Inteligente: Melhorando a qualidade vida, a eficiência energética e a segurança 

Soluções para a Cidade Inteligente: A feira revelou soluções nas áreas de mobilidade, energia e tecnologia predial, segurança e governança digital. Quando se trata de mobilidade, as tecnologias incluem sistemas de monitoramento ambiental e de estacionamentos conectados, assim como gerenciamento de frota, e-mobility e soluções de transportes intermodais. Para o segmento de energia, o evento apresentou soluções tais como usinas virtuais, sistemas de aquecimento eficientes, sistemas para água quente e resfriamento, além de tecnologia para armazenamento. Já os sistemas de segurança incluem tecnologias de proteção contra incêndio, sistemas de controle de acesso e soluções de vídeo vigilância.

Tecnologia inteligente em São Francisco: Como um exemplo de um projeto de cidade inteligente bem-sucedido, a a CES mostrou como as ruínas de um antigo estaleiro naval e de um estádio de futebol estão se tornando "The San Francisco Shipyard e Candlestick Point", dois novos locais atraentes. Neste caso, a FivePoint, em parceria com a Bosch, está trabalhando em soluções inteligentes para esses recantos modernos. 

Vivatar: O novo aplicativo Vivatar é um anjo da guarda digital para as pessoas. Por meio do GPS e de um chat, os usuários podem permanecer em contato com os amigos e familiares em qualquer lugar que estejam, seja em casa ou na rua. Em caso de emergência, a pessoa poderá obter ajuda rapidamente com o toque de um dedo, através da função de seu serviço de emergência. 
Connected Car
Estacionamento Community-Based: Como sabemos, especialmente nas áreas residenciais urbanas, existe uma alta demanda por vagas de estacionamento em vias públicas. Neste caso, as Smart Cities pretendem atender a esta demanda por meio de soluções como o "estacionamento community-based", que procura automaticamente pelas vagas, facilitando a tarefa para os motoristas. Assim, quando o carro está rodando ao longo de uma rua, os sensores de ultrassom detectam as vagas disponíveis e medem o tamanho do espaço entre os carros estacionados. Os dados coletados são transmitidos a um mapa digital e os algoritmos de alto desempenho avaliam a plausibilidade das informações e fazem análise assertiva sobre a vaga. Com isso, um mapa em tempo real é disponibilizado para os carros no entorno e, desta forma, o motorista poderá dirigir diretamente para as vagas disponíveis. Há previsão de ter um projeto piloto do sistema nos EUA já em 2017. Atualmente, em cooperação com a Mercedes-Benz, a Bosch está testando este conceito de estacionamento na região metropolitana de Stuttgart. 

Mobilidade Conectada: Transformando o carro em um assistente pessoal 


Como será a mobilidade no futuro? A Bosch apresentou sua visão na CES 2017 com um novo carro conceito. Junto com casa e o trabalho, a conectividade está transformando o carro em um terceiro espaço na vida dos usuários. Com adaptação personalizada entre o carro e o motorista, serviços cada vez mais abrangentes e de alto desempenho também poderão ser operados com segurança no futuro. Além disto, a direção autônoma mais tempo para que os motoristas se dediquem a outras tarefas, como usar o tempo do trajeto para o trabalho, por exemplo, para escrever e-mails, se entreter com músicas ou vídeos. No novo carro conceito, a Bosch apresenta uma ampla variedade de inovações, incluindo: 

- Reconhecimento Facial e Personalização Inteligente: A câmera Driver Monitor permite um rápido reconhecimento facial e personalização, a partir do momento em que o motorista estiver no carro. Dessa forma, o carro ajusta o volante, espelhos, temperatura interna e estação de rádio de acordo com as preferências do motorista. Quando em movimento, a detecção de sonolência ajuda a melhorar a segurança e, se houver um risco de que o motorista adormeça ou fique muito distraído, o carro emite um aviso sonoro ajudando a prevenir situações de risco. 

- Feedback Sensível ao Tato com neoSense: Graças à touchscreen com feedback sensível ao tato, os botões na tela parecem reais. Em muitas circunstâncias, isto possibilita a operação do sistema de info-entretenimento sem olhar e, assim, os motoristas podem manter seus olhos na estrada melhorando a segurança. Esta tecnologia foi reconhecida no Prêmio de Inovação CES em 2016 e, desde então, tem apresentado grandes avanços para o início de produção em série. 

- Um display de alta nitidez para OLED: No veículo conceito, os displays OLED (diodo de emissão de luz orgânico) foram integrados no cockpit do carro pela primeira vez. Eles garantem um display de alta nitidez. 

- Espelhos Retrovisores Digitais: O sistema de câmera de espelho é uma solução que substitui os dois espelhos retrovisores. Os sensores de vídeo podem ser integrados no interior do veículo e as imagens são mostradas em displays próximos das colunas A nos lados direito e esquerdo do carro. Além disto, a tecnologia digital permite um display único do contexto - quando o veículo está em uma estrada, a visão se concentra principalmente atrás. Já dentro da cidade, uma visão mais ampla ajuda a melhorar a segurança. Um bom contraste melhora a visão quando se está dirigindo à noite. 

- Comunicação entre o Carro e o Motorista: No futuro, a Interface Homem Máquina (HMI) desempenhará um papel cada vez mais importante no carro - especialmente quando se trata de direção autônoma. Com isso, o motorista poderá saber, por exemplo, se a direção autônoma é possível em uma rota específica. Para entregar a responsabilidade pela direção ao carro, o motorista deverá pressionar dois botões no volante durante vários segundos. Durante a condução autônoma, a HMI mostra ao motorista o que os sensores detectam ao redor do veículo e qual é o tempo remanescente até que o motorista deva voltar a dirigir. 

Comunicação entre o Carro e a Oficina: Durante a CES 2017, também mostrou-se como a oficina conectada funciona com serviços baseados na web e aplicações de realidade aumentada. No futuro, os motoristas poderão planejar visitas às oficinas com mais facilidade e isto irá aprimorar os processos em relação aos serviços prestados. 

Serviço de chamada de Emergência Automático para Carro: Soluções como o Retrofit eCall da Bosch podem ser conectados diretamente ao acendedor do carro e são baseadas em sensores de aceleração que detectam colisões, e ativando chamadas de emergência. Estes serviços enviam várias detalhes sobre o acidente, tais como a posição do carro e a gravidade do impacto. Se a colisão for apenas de gravidade moderada, o centro de controle entra em contato diretamente com o motorista. Porém, se o condutor do veículo não responder, uma ambulância é alertada imediatamente. 

Indústria 4.0: Conectando pessoas, máquinas e objetos em tempo real 
Industrial IoT
Assistente de Produção Automático: O objetivo destes assistentes é permitir uma produção mais flexível e eficiente. Eles executam tarefas árduas, perigosas ou monótonas e podem ser usados em áreas de produção em que é necessária uma cooperação estreita com seres humanos. Durante a feira, um destes assistentes serviu café e algodão doce aos visitantes do evento. Graças ao seu sensor de pele, o robô detecta quando as pessoas estão próximas demais e se desliga imediatamente. 

Enfim, quando a IoT finalmente chega ao principal evento anual de tecnologias ao consumidor, podemos finalmente concluir que a hora é agora e o momento é já!

Um viva à Internet das Coisas efetivamente invadindo o dia-a-dia de todos nós...


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Vecto Mobile: 1ª MVNO brasileira com foco em IoT e M2M


quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

O Futuro do IoT - em 4 anos haverá 34 bilhões de dispositivos conectados!


Internet of Things Ecosystem - IoT

Muitos especialistas da indústria e consumidores entusiasmados têm vinculado a Internet das Coisas (IoT) como a próxima Revolução Industrial ou a próxima Internet.

Por quê? Simplesmente, porque a IoT consistirá na forma futura de interação de empresas, os governos e os consumidores com o mundo físico.

Segundo estudo sobre as tendências globais no IoT da Business Insider, teremos 34 bilhões de dispositivos conectados em 2020. Trata-se de um relatório gerado pelo BI Intelligence, serviço de pesquisa da Business Insider, que analisou como o ecossistema IoT permite que entidades (como consumidores, empresas e governos) se conectem e controlem seus dispositivos IoT em 16 ambientes, como a fabricação, a casa conectada, o transporte e a agricultura.

O relatório que discute todos os componentes do ecossistema IoT, incluindo seus dispositivos, análises, redes e segurança. Ele também prevê o mercado IoT emergente, incluindo megatendências, crescimento de dispositivos, montante investido e potencial retorno sobre o investimento.

Aqui estão alguns pontos-chave do relatório:

No total, projetou-se haver 34 bilhões de dispositivos conectados à Internet até 2020, acima dos 10 bilhões em 2015.

Destes 34 Bi, os dispositivos IoT serão responsáveis ​​por 24 bilhões, enquanto os dispositivos tradicionais de computação (por exemplo, smartphones, tablets, smartwatches, etc.) por apenas 10 bilhões.

BI Intelligence - IoT 2015-2020


Quase US$ 6 trilhões serão gastos em soluções IoT nos próximos cinco anos.

O Setor Corporativo (empresas) será o maior segmento consumidor das soluções IoT. As empresas identificam três principais cenários onde o IoT contribui com os negócios, quais sejam:

1) Diminuição de Custos Operacionais;
2) Aumento da produtividade; e
3) Expansão para novos mercados ou desenvolvimento de novas ofertas de produtos.

Segundo maior segmento cliente dos ecossistemas de IoT, os Governos estão concentrados em aumentar a produtividade, diminuir os custos e melhorar a qualidade de vida dos seus cidadãos.

Por fim, os consumidores, mesmo atrás das corporações e governos na adoção do IoT, irão possuir um número enorme de dispositivos e investir uma quantidade significativa de dinheiro em ecossistemas IoT.

Acesse a íntegra do relatório em: https://goo.gl/bJjokC

O documento ainda destila as complexidades tecnológicas da Internet das Coisas em um único ecossistema, explicando os benefícios e deficiências de muitas redes, incluindo malha (por exemplo, ZigBee, Z-Wave, etc.), celular (por exemplo 3G / 4G, Sigfox, etc.) e redes de Internet (por exemplo Wi-Fi, Ethernet, etc.).

Por fim, o estudo faz previsões de investimento no cenário IoT, analisando-o por seis camadas: conectividade, segurança, armazenamento de dados, integração de sistemas, hardware do dispositivo e desenvolvimento de aplicações.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Internet of Things ou Intelligence of Things? Máquinas ou Sensores?

Segundo a Wikipédia, a Internet das Coisas (Internet of Things - IoT) é uma revolução tecnológica, que trata da conexão à Internet de dispositivos eletrônicos utilizados no dia-a-dia (como aparelhos eletrodomésticos, eletroportáteis, máquinas industriais, meios de transporte, etc.). Esta inovação técnica trará avanços em campos tão importantes como os Sensores Wireless, a Inteligência Artificial e a Nanotecnologia...
Internet of Things - IoT
Internet das Coisas (IoC) é muito maior do que qualquer um de nós possa imaginar!

Quando falamos sobre "a próxima Grande Sacada (the Next Big Thing)" normalmente não pensamos grande o suficiente...

E não se trata de uma questão de falta de imaginação; trata-se de uma falha na observação...

Vale lembrar que bons observadores costumam sustentar que o futuro está sempre claro à nossa frente, não se fazendo necessário imaginá-lo ou inventá-lo, basta estar disposto a enxergá-lo!

Intelligence of Things IoT
IoT = Intelligence of Things!

Internet das Coisas (IoT) é, sem dúvidas, uma das "Next Big Things". Este admirável mundo novo gira em torno da amplificação massiva da comunicação entre dispositivos, ou comunicação Máquina a Máquina (Machine to Machine - M2M).

A IoT é alicerçada sobre a Computação em Nuvem (Cloud) e sobre as Redes de Sensores de Coleta de Dados; A IoT é móvel, virtual e de conexão instantânea; Dizem que a IoT aportará "inteligência" a tudo ao nosso redor, da iluminação pública aos meios de transporte, dos relógios de pulso às geladeiras e demais utensílios domésticos.

Mas por que dizer que normalmente as pessoas não pensam grande o suficiente quando olham para o futuro?!?

Na verdade, trata-se da necessidade de uma mudança de foco na discussão sobre a comunicação Máquina a Máquina (M2M)... Neste cenário, costumamos enxergar dispositivos conversando com dispositivos. Todavia, uma máquina é não mais do que um instrumento, uma ferramenta desprovida de poder de reação, ou seja, algo que está realizando ma tarefa predefinida. Porém, quando tornamos as máquinas "inteligentes", não estamos mais tratando estritamente de Máquinas; estamos lidando com Sensores...

Um Sensor não é uma Máquina. Ele não executa tarefas do mesmo modo que uma máquina. Na verdade, ele mede, avalia e reage! Em suma, que obtém e analisa dados.

Resumidamente, podemos afirmar que a Internet das Coisas (IoT) é a fusão de sensores a máquinas. Ou seja, o real valor que a Internet das Coisas (IoT) gera está baseado na coleta e cruzamento de dados. Momento no qual, as Aplicações na Nuvem tornam-se peças chave para alavancar o valor dos dados coletados, interpretando-os e re-transmitindo-os.

Em fim, os Sensores dão vida aos sentidos da IoT (visão, audição, olfato, tato e paladar), enquanto as Aplicações na Nuvem fazem as vezes de seu Cérebro, transformando os dados coletados em informação e contribuindo para os processos de tomada de decisão.


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Vecto Mobile: 1ª MVNO brasileira com foco em IoT e M2M


segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Forecast: O mercado global de MVNO irá faturar US$ 89,25 bilhões em 2022

O mercado global de MVNO (Mobile Virtual Network Operator) deve atingir um faturamento de US$ 89,25 bilhões em 2022, segundo previsão da Global Market Insights Inc.
MVNO - Mobile Virtual Network Operator
O crescimento do poder aquisitivo e da migração da população, particularmente da região Ásia-Pacífico, impulsionará sensivelmente o mercado global de MVNO.

A fim de fomentar ainda mais a demanda pelas ofertas das MVNO, os Operadores de Telefonia oferecem inúmeros novos Serviços Móveis, tais como Conteúdo Esportivo, M2M, dispositivos de medição e de vigilância. 

Os marcos regulatórios mais favoráveis às MVNO na União Europeia deverão desempenhar um papel crucial no desenvolvimento deste mercado regional.

As previsões apontam para a coexistência bem-sucedida de todos os principais tipos de MVNO na América do Norte e União Européia, ou seja: Full MVNOService Providers MVNO e Resellers MVNO.

Existem basicamente 3 tipos de MVNO no mercado: a Reseller MVNO (atua apenas como revenda de minutos, SMS e dados), a Service Provider MVNO (opera em marketing e vendas e gerencia a cobrança, o provisionamento e o relacionamento com os assinantes) e a Full MVNO (abrange todos os aspectos de uma operação de telecomunicações à exceção da rede de antenas).

Nos países mais desenvolvidos como o Reino Unido, Alemanha e EUA, espera-se que a geração de receitas seja alavancada pelo consumo de dados e uso de VAS (serviços de valor agregado), devido à crescente implantação de redes 3G, 4G, LTE e 5G.

Seguem as principais conclusões do relatório:

  • A base mundial de assinantes de MVNO era de 174 milhões em 2014. A previsão para 2022 é que a quantidade de assinantes chegue a 413,1 milhões, apresentando um crescimento anual de 11,6% entre 2015 e 2022.
  • A previsão de faturamento do mercado de MVNO dos EUA em 2022 é de US$ 30 bilhões.
  • O custo de aquisição e manutenção de novos clientes de MVNO é relativamente alto, particularmente para contratos com duração fixa e determinada (contratos pós-pagos).
  • Os novos clientes estarão mais interessados em acesso aos serviços de voz e dados a baixo custo.
  • A Europa correspondeu por 45% do market share mundial de MVNO em 2014. Espera-se que a promoção da interconexão e interoperabilidade dos serviços, juntamente com o aumento do uso de banda larga e FTTH impulsionará a receita nesta região nos próximos anos.
  • A baixa receita média por usuário (ARPU) é uma barreira para as operadoras MVNO na África. As áreas em foco são segmentos de nicho, smartphones e serviços de dados e serviços de tecnologia avançada.

sábado, 8 de outubro de 2016

Vecto Mobile: 1ª MVNO brasileira com foco em IoT e M2M

Nasce 1ª MVNO brasileira Vecto Mobile especializada em IoT e 100% Focada em M2M

Vecto Mobile Logo
Lançada recentemente no mercado brasileiro, a Operadora Móvel Virtual (MVNO / MVNE) Vecto Mobile (www.vectomobile.com.br) planeja se posicionar como líder no mercado brasileiro, explorando um nicho ainda desassistido no país, ou seja, a conectividade para Internet das Coisas (IoT) e Máquina-a-Máquina (M2M), com foco nos mercados de Adquirência, Monitoramento Veicular e Connected Cars.

A Vecto Mobile é uma empresa 100% brasileira que tem como foco o atendimento aos gaps de serviços de nicho não cobertos pelas operadoras móveis tradicionais (MNO). Neste cenário, uma das grandes oportunidades para novas MVNO é o atendimento de valor agregado às PME. Outra enorme carência no mercado de Conectividade Móvel é a inexistência de oferta de planos específicos para transportes de dados de baixo e médio volume (focados em IoT).

Para a Vecto Mobile, a diminuta quantidade de projetos de Internet of Things no Brasil não tem como razão as condições pouco favoráveis do mercado brasileiro, como a hiper-tributação do Fistel em comunicações M2M, que tem sido muito criticada pelo setor. No entendimento da Vecto Mobile, a maior barreira para o IoT no país é justamente o custo mensal dos planos de dados cobrados pelas operadoras tradicionais, no caso dos projetos baseados na comunicação M2M (Machine to Machine).
VMNO IoT - Internet das Coisas / Internet of Things
Assim, o real gargalo a ser explorado é justamente a área de conectividade de maior crescimento nos próximos anos, ou seja a telecomunicação aplicada a conceitos de cidades inteligentes, incluindo sistemas de missão crítica (M2M) que demandam maior capacidade.

O modelo de oferta de conectividade móvel atual é engessado e baseado na oferta de pacotes de transmissão de dados focados no usuário normal de dados móveis; não atendendo de forma otimizada a conectividade entre máquinas. Ou seja, para a Vecto Mobile, a disrupção deste modelo passa, invariavelmente, por uma "Uberização" liderada por MVNO específicas para esse mercado. Estas novas operadoras formarão um novo grupo de OTT a reinventar o mercado de serviços de Telecom.

Finalmente, a experiência fim a fim, onde não se vende megabytes transferidos, mas entrega-se trasações IoT bem sucedidas, tem que ser garantida.


sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Dicas Básicas Black Friday Legal 2016

Black Friday 2016

Confira as dicas simples para vivenciar boas experiências de compra online durante a Black Friday 2016, que está se aproximando!

Comprar via Internet é cômodo e prático, pois além da facilidade de pesquisar e comparar preços, você ainda pode aproveitar ofertas, promoções e receber o produto no conforto da sua casa. Mas para que sua experiência seja segura, a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) recomenda:

1) Meios de Pagamento na Internet: Compre em Lojas Virtuais que disponibilizam serviços de Pagamento Online conhecidos. E evite pagar a compra por meio de depósito ou boleto se a loja virtual tiver pouco tempo de mercado.

2) Bom Senso Futebol Clube: Use o Bom Senso! Ofertas milagrosas ou muito diferentes dos preços praticados no mercado podem trazer armadilhas para o comprador. Como sempre, o barato sai caro!

3) Lojas Idôneas: Pesquise sobre a loja e verifique se ela tem Razão Social e CNPJ ativos na Receita Federal - http://idg.receita.fazenda.gov.br/orientacao/tributaria/cadastros/cadastro-nacional-de-pessoas-juridicas-cnpj, além de endereço físico e formas de contato. Também vale pesquisar a empresa no Reclame Aqui e no Procon.

4) Segurança de Dados: Verifique se a loja possui conexão de segurança nas páginas em que são informados os dados pessoais do cliente como nome, endereço, documentos, número do cartão de crédito, geralmente essas páginas são iniciadas por https:// e o cadeado ativado (ícone visualizado em uma das extremidades da página). Clique no cadeado e observe se a informação do certificado corresponde ao endereço na barra de navegação do computador.

5) Recibo da Compra: Salve todos os passos da compra, inclusive o e-mail de confirmação.

Black Friday 2016

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Darwinismo Digital - Em nenhuma outra época da história tantos setores se reinventaram em um período tão curto de tempo!

Foto do Time da EnterPlay

São Paulo, 26 de setembro de 2016: Ontem à noite, a Tele.Síntese traçou a mais nova fotografia do Nível e do Tipo de Inovação que caracterizam o mercado brasileiro de Comunicações e Internet, em um evento que premiou as quatro grandes operadoras (Vivo, TIM, Oi e Claro) na categoria de MNO (Mobile Network Operators). ...

Até aí, nada de novo, não é? Porém o flashback para por aí, pois em todas as demais categorias apenas projetos realmente disruptivos subiram ao podium!

Sim, as empresas OTT (Over the Top) e de IoT (Internet of Things) dominaram a cena da premiação no evento de lançamento do Anuário Tele.Síntese de Inovação em Comunicação 2016 (http://www.telesintese.com.br/anuario-telesintese/).

Está claro que em um futuro muito próximo, as Operadoras de Telefonia serão muito mais parecidas com players de Internet ou da Área Digital, do que com os atuais dinossauros de telecom.

Neste clima de inovação e disruptura, o conceito de Darwinismo Digital impregnou a cerimônia, descrevendo o momento em que vivemos como uma situação na qual a sociedade e as tecnologias superam a capacidade de adaptação de uma empresa. É sabido que as novas tecnologias sozinhas não trazem inovação, mas que o conhecimento, as parcerias do ecossistema e o modo de pensar desempenham um papel essencial.

Empresas de telecomunicações já sentem os efeito colaterais do Darwinismo Digital e iniciam grandes investimentos para desenvolver e aplicar inovações aos modelos de negócio atual, a fim de conseguir afastar a ameaça real a sua longevidade empresarial, trazida por provedores Over the Top (OTT) como Skype, WhatsApp e Netflix.

Em nenhuma outra época da história tantos setores se reinventaram num período tão curto de tempo... A lista de disruptores é longa: Uber na área de transportes, Airbnb na de viagens, Tesla no setor automotivo, Amazon e Alibaba no varejo, Netflix e EnterPlay em entretenimento. A lista de vítimas é ainda maior, pois 52% das empresas incluídas na lista Fortune 500 em 2000 já faliram, foram compradas ou fechadas. As Tecnologias Digitais aceleram, como nuca, o ritmo e a força da Inovação!

Neste cenário, a Tele.Síntese também inovou e enalteceu OTT e IoT ao premiar, entre outros provedores, a EnterPlay (http://www.enterplay.com.br/). Uma startup de Entretenimento Digital, que oferece TV Aberta (ISDB-t), TV Paga (IPTV), Vídeo Sob Demanda (VoD), Música, Jogos e Aplicativos, reunidos em uma interface única, em qualquer tela. Ou seja entretenimento digital com login único e apenas um controle remoto, entregue via Internet ou através de redes de Provedores de Banda Larga homologados (ISP).

Troféu Tele.Síntese

domingo, 18 de setembro de 2016

Impactos diretos do Entretenimento Digital (VoD e IPTV) no Negócio dos Provedores de Banda Larga (ISP)


A evolução massiva e constante do consumo de vídeo over-the-top (OTT*) por mercados como streaming, serviço móvel e realidade virtual faz com que o tratamento ao Tráfego de Vídeo será fundamental nos próximos anos para reduzir Churn de Provedoras de Acesso à Internet (ISP).

Segundo pesquisa realizada pela Huawei, o aumento do churn** decorrente da Experiência com Vídeos se comprova, pois 28% dos entrevistados mudaram de Provedor de Banda Larga nos últimos 12 meses (churn). Desses, 64% buscavam um serviço "mais confiável" ou mais veloz. E no decorrer do ano, 54% considerariam mudar para outra operadora por conexões mais rápidas ou pagando menos (ou ambos). Na avaliação da Huawei, esse churn está relacionado com a demanda (não devidamente atendida) por Serviços de Video Streaming.


Na Banda Larga Móvel, a estimativa de aumento de Tráfego de Vídeo é ainda maior, expandindo-se em dez vezes até 2020, não apenas pela demanda gerada pelo YouTube, Netflix, EnterPlay e cia, mas também pelo início da Era da Vídeo Chamada.



O impacto da popularização do 5G na melhora da qualidade do Vídeo Móvel terá Proporções Épicas!



Para entendermos a grande diferença entre as atuais tecnologias celulares, pode-se dizer que o 3G permitiu a experiência online a gráficos estáticos, enquanto o 4G tornou-se a plataforma mais adequada para o consumo de VoD (Video on Demand) em melhor qualidade e maior velocidade de download. 

Porém, a chegada do 5G é literalmente disruptiva, pois permite introduzirmos a experiência do streamig ao vivo de vídeo móvel em resolução UHD ao nosso dia-a-dia... 

Tive a oportunidade de debater esta revolução silenciosa e seus impactos diretos do Entretenimento Digital no Negócio dos Provedores de Banda Larga no evento "Encontro de Provedores Regionais de Niterói", ocorrido em 13/set/16 (http://www.eventos.momentoeditorial.com.br/25o-niteroi-13-de-setembro/).

Por meio do PPT abaixo, mostrei a relevância da oferta e do correto tratamento do Tráfego de Vídeo para a redução o Churn da Banda Larga.


Seguem os principais pontos abordados:

Entretenimento Digital: Oportunidade para os ISP

- Segundo a pesquisa Huawei / Ovum’s 2H15 Telco TV Benchmark (70 Telcos pesquisadas):

1) Produtos e Serviços

- 75% do Tráfego de Vídeo é gerado por terceiros
- A migração da Distribuição de Vídeo para o IP é uma grande oportunidade para ISP lançarem suas Plataformas de Vídeo
- “O momento é agora e a hora é esta!”, pois a janela de oportunidade já está se fechando!

2) IPTV: A Iniciativa Inicial dos Provedores de Banda Larga

- Extensão natural de serviço de valor agregado ao core da Banda Larga, a IPTV é o Pilar Central da Estratégia Clássica de evolução de ISP multiplay

3) Video OTT: da Netflix ao ISP (Operador da Rede)

- Vários Provedores de Banda Larga, mundo afora já entregam Serviços de Streaming de Vídeo

- 2/3 destes ISP provem acesso Multiscreen a Conteúdo Pay-TV
- 1/3 dos ISP pesquisados oferecem SVoD “Tipo Netflix"
- 1/4 dos ISP pesquisados distribuem Serviços de Video OTT de Terceiros

4) Parcerias ISP x OTT

- Banda Larga Fixa: mais de 20 Telcos Estrangeiras integram Serviços OTT de Vídeo de Terceiros (principalmente Netflix) em seus STB


- Banda Larga Móvel: Modelo de parceria ainda mais evidente, onde as MNO promovem e direcionam acesso a Serviços OTT de Vídeo de Terceiros (pagando por assinaturas subsidiadas), vendendo assinaturas de pacotes com tarifas premium

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* OTT - Over The TopOs serviços over-the-top (OTT) são os oferecidos aos clientes pela Internet e não costumam ser fornecidos diretamente pela operadora de telecomunicações. Serviços como ferramentas de busca oferecidas pelo Google, serviços de webmail oferecidos pelo Microsoft Hotmail ou de VoD como a Netflix são exemplos de OTT. Serviços OTT se tornaram uma preocupação para operadoras de telecomunicações quando começaram a competir diretamente com serviços tradicionalmente oferecidos pelas telcos: voz, mensagens e TV paga.

** Churn - Churn Rate: O termo “Churn” é utilizado principalmente por empresas de telefonia, ele é utilizado para medir a quantidade de clientes que essas empresas perdem mensalmente e anualmente.