segunda-feira, 12 de junho de 2017

What is Internet of Things?

What is Internet of Things? O que é a Internet das Coisas? {Infographic}



sexta-feira, 19 de maio de 2017

Repensando o SIM Card na era da Internet das Coisas

Repensando o SIM Card na era da Internet das Coisas (IoT) – Do “consumer SIM” ao eUICC (embedded Universal Integrated Circuit Card)

Viabilizando novas aplicações para M2M (Machine to Machine)


A Era da Internet das Coisas (Internet of Things – IoT) coincide com a Era do Zettabyte (ZB). O tráfego total de dados na Internet em 2016 superará, pela primeira vez, a marca dos "zettabytes", uma medida que equivale a um sextilhão de bytes. Para se ter uma boa noção do essa medida representa, basta imaginar que em 1 Zettabyte cabem 1 bilhão de HDs de 1 terabyte cheios de dados. Ou 200 trilhões de músicas que, se fossem tocadas ininterruptamente e sem repetições, levariam muito mais que o tempo de existência do Universo.

Este marco astronômico será atingido graças, entre outras coisas, ao forte aumento da quantidade de dispositivos conectados à Internet das Coisas, segundo previsões a Cisco (Cisco® Visual Networking Index - VNI).

Após passar a marca do zettabyte ([ZB]; 1.000 exabytes [EB]) em 2016, o tráfego IP anual global manterá ritmo acelerado de crescimento, alcançando 2,3 ZB em 2020, ou seja, aproximadamente 194 exabytes por mês, o equivalente a 200 bilhões de músicas ou 40 milhões de filmes em alta definição circulando na Internet a cada 30 dias.

Neste novo cenário, um dos protagonistas entre as principais fontes geradoras de tráfego Internet será grupo formado pelos dispositivos conectados. Ainda segundo o Cisco VNI, o tráfego de Internet gerado por smartphones, por exemplo, ultrapassará o gerado por PCs até 2020. Daqui a quatro anos, haverá 26,3 bilhões de dispositivos conectados à escala global e 4,1 bilhões de internautas, ao passo que 71% do tráfego IP virá de dispositivos que não os PCs.

Essa tendência global de aceleração do consumo de dados IP por dispositivos IoT conectados pode ser facilmente verificada quando comparamos a taxa anual de crescimento do número dos dispositivos conectados com o aumento da população global e da quantidade de usuários ativos de Internet. Enquanto a taxa de crescimento dos dispositivos e suas conexões chega a 10%, a da população é de apenas 1,1%, e a de internautas, de 6,5%.

Fonte: Cisco VNI Global IP Traffic Forecast, 2015–2020

Esta tendência de crescimento contribui para o aumento da quantidade de dispositivos e conexões móveis por habitante e por usuário de Internet, movimento influenciado pelo surgimento de novas aplicações M2M (Machine to Machine), como: POS (Point of Sale / terminais de ponto de venda – maquininhas de cartão) de cartões de crédito e débito, medidores inteligentes e telemetria, segurança residencial e vídeo-monitoramento, telemedicina, monitoramento da saúde e de atividades físicas, transporte e logística, além dos automóveis conectados.

Trata-se de um aumento significativo da Internet das Coisas, uma inovação tecnológica cujo conceito principal se baseia na conexão à Internet de aparelhos eletrônicos do dia a dia.. Assim, até 2020, estima-se um crescimento da Internet das Coisas da ordem de 300%, elevando a quantidade de conexões M2M (Machine to Machine) para 12,2 bilhões – o que passará a representar 46% do total de dispositivos conectados à Internet, segundo a Cisco. ado o crescimento exponencial de smart devices nos próximos anos, os Subscriber Identity Modules Cards (SIM Cards) também se tornarão cruciais ao viabilizar a conexão móvel à Internet das Coisas.

Em linhas gerais, o princípio básico de SIM Card é o mesmo, tanto para dispositivos de consumo (telefones celulares), quanto para os dispositivos inteligentes (Internet das Coisas), pois, em ambos os casos, é ele quem orquestra a conexão móvel. Equipado com sistema operacional próprio, memória e recursos de segurança, o SIM Card interage com a rede celular, identificando unicamente o dispositivo, autenticando-o, e, em seguida, abrindo o canal de comunicação por meio do modem conectado ao aparelho. Todavia, quando se trata da Internet das Coisas, as similaridades param por aí, pois os dispositivos conectados comportam-se de maneira diferente, possuem requisitos técnicos próprios e usam diferentes modelos de negócios, quando comparados aos dispositivos de consumo.

Os dispositivos inteligentes operam de forma autônoma na Internet das Coisas e, na maioria das vezes, sem intervenção humana. Além disso, normalmente esses dispositivos precisam funcionar em ambientes hostis – subsolos, áreas rurais ou “zonas de sombra” urbana. Independentemente de fazer parte de máquinas estacionárias ou em movimento, ou de operar em uma região geográfica inóspita, cada implantação da Internet das Coisas tem suas próprias idiossincrasias, gerando restrições operacionais muito específicas, que aumentam ainda mais os desafios para o SIM Card IoT.

O uso de SIM Cards tradicionais para a conectividade da Internet das Coisas pode resultar em falhas na cobertura e interrupções na transmissão de dados, além de tornar as operações mais complexas e difíceis de gerenciar. A atual falta de soluções de conectividade específicas para IoT faz com que as empresas optem por usar as mesmas tecnologias desenvolvidas para dispositivos de consumo em seus dispositivos inteligentes da Internet das Coisas.  No entanto, a solução não é apropriada e já está comprovado que o modelo centrado na rede (e não no dispositivo), amarrando o SIM Card a uma única operadora de telefonia, não faz sentido para os dispositivos da Internet das Coisas.

Uma proposta de MVNO IoT - Vantagens do SIM específico

A Mobile Virtual Network Operator (MVNO), ou Operadora Móvel Virtual, é uma operadora de telefonia celular que não possui rede nem frequências próprias e utiliza a infraestrutura de operadoras-mãe (Mobile Network Operator ou MNO), comprando no atacado (minutos, SMS, dados etc.) por um preço com desconto em relação ao preço médio do varejo.

Existem basicamente 3 tipos de MVNO no mercado: a Reseller MVNO (atua apenas como revenda de minutos, SMS e dados - MVNO Credenciada, segundo a Anatel), a Service Provider MVNO (opera em marketing e vendas e gerencia a cobrança, o provisionamento e o relacionamento com os assinantes) e a Full MVNO (abrange todos os aspectos de uma operação de telecomunicações à exceção da rede de antenas - MVNO Autorizada, no jargão da Anatel).

Uma MVNO bem sucedida busca os segmentos mal servidos do mercado e oferece uma proposta sob medida, única e vantajosa, para melhorar a prestação de serviços nestes segmentos. Normalmente, as MVNO têm acesso a canais de distribuição não tradicionais, com menor custo de aquisição de novos clientes e baixo custo operacional.

Para atender o cenário de Internet das Coisas, o melhor modelo é o Full MVNO, que oferece ampla flexibilidade para a implementação de modelos de negócio mais arrojados por possuir a infraestrutura própria de hardware e software.

Em projetos da Internet das Coisas, a Full MVNO deve assumir os acordos de contratos de roaming com as demais operadoras de telecomunicações que atuam em suas regiões geográficas. Assim, quando uma operadora ficar indisponível, a conexão será chaveada para outra automaticamente, garantindo o máximo tempo de conexão e mitigando as restrições operacionais das teles tradicionais.

Mesmo em se tratando de um “roaming SIM Card” conectado a uma aliança de operadores de telefonia, sempre haverá áreas geográficas não cobertas pela operadora ou grupo de operadoras participantes da aliança. Para garantir a conexão dos dispositivos da Internet das Coisas, qualquer que seja a hora e o local, o SIM Card deve acessar mais redes do que qualquer operador de telefonia tradicional pode fornecer separadamente.

Desta forma, o uso de SIM Cards específicos para Internet das Coisas simplifica a administração de projetos IoT nas empresas, pois dispensa a necessidade de negociação de contratos separados com cada fornecedor de telefonia presente na área de cobertura desejada, uma vez que já incorpora este modus operandi em sua oferta básica de serviços.

A garantia de conectividade 24x7, demandada por diversos dispositivos da Internet das Coisas, exige monitoramento constante e, principalmente, a seleção da melhor rede móvel, além da busca automática da próxima operadora disponível, sempre que o sinal da atual operadora de telefonia tornar-se indisponível.

Características do SIM Card IoT

O amplo sucesso de uma oferta de telecom para IoT também depende de aprimoramentos no SIM Card, otimizando-o para as demandas específicas da comunicação entre máquinas (M2M). Esse tipo de cartão tem ciclos de vida mais longos, devido às seguintes características:

ü  Robustez – Os SIM Card IoT são mais robustos que os cartões tradicionais. Por serem feitos de materiais mais resistentes, eles apresentam baixíssimo índice de defeito/queima, são mais resistentes à trepidação e à umidade e suportam temperaturas extremas de - 40º a 105ºC. Como consequência direta dessa característica, seu ciclo de vida é mais longo.

ü  Atualização remota – Característica intrínseca aos SIM Cards IoT, a atualização remota (Over-The-Air, OTA) fornece um nível adicional de flexibilidade, viabilizando a distribuição de novas versões de software em massa e contribuindo para a desaceleração da obsolescência do SIM Card. Ao aplicar correções de software, novas funcionalidades e novas configurações de rede, diminui-se a necessidade de substituição e descarte do SIM Card.

ü  Capacidade de armazenamento – O maior espaço de armazenamento também contribui para o aumento de sua vida útil, pois a ampliação da memória necessária à troca de torres/base aumenta significativamente a quantidade de ciclos de troca de ERB (Estação Rádio Base) suportados pelo SIM Card.

ü  Tecnologia embarcada – Uma vez que o cartão é inserido no dispositivo desde sua fabricação, o SIM Card IoT está menos sujeito a possíveis quebras provocadas pelo manuseio humano. Essa característica “embedded” também simplifica sua logística.


O conceito da “MVNO as a Service”

Por que uma MVNO IoT? Ao romper com o modelo baseado em smartphones, os dispositivos da Internet das Coisas baseados em SIM Cards IoT (eSIM ou eUICC) apresentam um desempenho superior. Eles oferecem mais flexibilidade e melhor cobertura e conexão com a maioria das redes em todos os países, já que independem de um operador de telefonia único e podem conectar-se a outra rede quando a atual fica indisponível.

A fim de que um projeto baseado do conceito embedded Universal Integrated Circuit Card (eUICC) esteja apto a implementar todas as inovações trazidas pelo modelo em sua amplitude máxima, é importante a participação de uma MVNO/MVNE local (operando globalmente) desacoplada dos grandes grupos econômicos de telefonia.

O sucesso pleno dessa oferta está na mudança do foco da telefonia para as necessidades específicas do negócio do cliente. Assim, em vez de tarifar por uso de dados, passa-se a cobrar pelo sucesso nas transações M2M, descomoditizando o relacionamento entre as partes.

Além disso, esta nova forma de tratar os projetos da Internet das Coisas implementa o conceito da “MVNO as a Service”, desmaterializando a oferta de Telecom ao criar, literalmente, mini-MVNOs sob demanda para cada novo cliente M2M atendido. Em outras palavras, viabiliza a implementação de mini-operadoras de telecom virtuais sem a necessidade de investimentos em infraestrutura de hardware e software própria (MVNO in a Box). Para tanto, é importante que a plataforma tecnológica seja própria. Em outras palavras, que a operação seja uma MVNE (Mobile Virtual Network Enabler).

Sendo assim, essa MVNO/MVNE deve estar apta e disposta a implementar um modelo de telefonia móvel disruptivo, orientado à construção de uma oferta de conectividade que agregue mais valor aos projetos da Internet das Coisas. Ela precisa trazer uma proposta de conectividade M2M com preço adequado às necessidades de planos transcontinentais, puramente de dados, muitas vezes baseados em pequenas transações.

Um provedor de conectividade diferente

Diante das inúmeras características necessárias aos projetos de IoT, é necessária a prestação de um tipo diferente de provedor e conectividade com as seguintes características:

ü  Independência dos grandes grupos econômicos de telecomunicação para garantia da livre comunicação entre redes;
ü  Autonomia, garantida pelas seguintes premissas técnicas, tecnológicas e comerciais para Projetos White Label (MVNE), tais como:
§  Know-how próprio;
§  SIM Card Applets” própria(s);
§  Plataforma de Gestão de Telecom de SIM Cards (Backend) própria;
§  Infraestrutura de hardware e software de telecomunicação própria;
§  Acordos competitivos de Roaming Internacional e Conectividade Global;
§  Oferta de Planos e Custos otimizados para Pequenas Transações, baseadas apenas em [poucos] Dados;
§  Operar como uma MVNE;
§  Capacidade e escala para fornecimento de chips a preços competitivos.

Para finalizar, o SIM Card na era da Internet das Coisas veio para ficar e sairão na frente as empresas inovadoras que entenderem as necessidades de aplicação, integração e conectividade que requer esse imenso universo.

A MVNO da Internet das Coisas existe no Brasil! Chama-se Vecto Mobile:





sexta-feira, 21 de abril de 2017

Novo Cartão de Crédito da Mastercard traz Leitor de Impressão Digital embutido

O novo Cartão de Crédito da Mastercard usa Fingerprint para para dispensar a senha...


Seu próximo cartão de crédito talvez não exija uma senha na hora de fazer um pagamento. Em vez disso, ele usará as suas impressões digitais para autenticar o pagamento, do mesmo jeito como fazemos para pagar com o celular. A iniciativa é da Mastercard, que está testando um cartão com Leitor Biométrico embutido.
A Mastercard criou um novo Cartão de Crédito que troca a boa e velha senha numérica (PIN) pela Impressão Digital, método cada vez mais usado em smartphones e outros aparelhos eletrônicos.

Com a mesma espessura de um cartão normal, o novo cartão é compatível com as máquinas existentes com leitor de chip e traz o sensor de impressão digital localizado no lado direito, como mostra a imagem acima.

O processo é simples: você insere o cartão na maquininha e coloca o dedo no leitor. Depois, é só correr para o abraço. A companhia afirma que a novidade funciona com todas as maquininhas atuais, já que todo o processo de autenticação acontece dentro do cartão. Os dados de biometria do usuário ficam registrados no chip, nada de comunicação com servidores na web. Para utilizar o novo cartão, o banco precisa informar ao cliente que a novidade está disponível, para que seja realizado o cadastro das digitais. Um modelo criptografado de até duas impressões digitais é armazenado no chip EMV do cartão.

No comunicado de imprensa da Mastercard, o chefe de segurança da empresa, Ajay Bhalla, afirma que a novidade oferece “mais conveniência e segurança”. Na verdade, existem algumas preocupações ao redor da tecnologia de autenticação por impressão digital e já se consegue fraudar essa camada de segurança com a reportagem da BBC.

O novo cartão está sendo testado na África do Sul atualmente e deve chegar a outros mercados, como Europa e Ásia Pacífico, nos próximos meses.
O lançamento completo pelo mundo deve acontecer ainda neste ano, aponta a Mastercard.

sábado, 1 de abril de 2017

Anunciantes abandonam a Publicidade Online

Empresas boicotam Google por anúncios junto a páginas extremistas




Em pouco mais de duas décadas, a mídia digital tornou-se o "santo graal" da publicidade.

Porém, crença na publicidade online foi abalada nos últimos dias. Alguns dos maiores anunciantes do mundo reduziram ou encerraram o investimento em algumas das principais plataformas de mídia digital.

Anunciantes britânicos abandonaram o Google na semana passada porque a publicidade comprada por eles surgia em páginas ou vídeos de YouTube vinculados a organizações extremistas ou com discurso de ódio.

Entre os anunciantes que se retiraram das plataformas publicitárias estão o braço britânico da agência de publicidade Havas —que representa anunciantes como Hyundai e Domino's Pizza—, o jornal "The Guardian", a rede de televisão BBC e o próprio governo do Reino Unido.

Esse posicionamento aponta para um novo olhar das marcas sobre o Brand Safety. Mostra que grandes empresas e grupos de comunicação voltam a se atentar para a importância do contexto em suas campanhas.

O conteúdo onde o anúncio aparece sempre foi uma preocupação na publicidade. Mas foi para segundo plano no período de transição para mídia programática, com a utilização de AdExchanges, quando o mercado passou a crer que uso de dados para alcançar diretamente o público-alvo se bastava.

"Agora, num momento em que cada vez mais produção de conteúdo pulverizado aparece na internet, é hora de começar a separar o que é um conteúdo de alta qualidade — com relevância, credibilidade e confiança da audiência — daquele que é conteúdo genérico, de procedência duvidosa”, afirma André Vinícius, diretor de publicidade do UOL.

O gabinete britânico convocou o Google para, nesta semana, explicar por que recursos públicos estão sendo usados para financiar grupos extremistas. Quando o Google coloca um anúncio na página, esta recebe parte do que o anunciante pagou.

O boicote ao Google e a promessa de mudanças feita pela empresa vieram após uma série de reportagens do jornal "The Times". A primeira, publicada no início de fevereiro, levantou anúncios em sites e vídeos ligados ao Estado Islâmico e ao grupo neonazista Combat 18.

Desta forma, a tendência é que o conteúdo premium, produzido por publishers confiáveis e reconhecidos, se torne porto-seguro para as campanhas digitais.

Finalmente, os anunciantes não querem mais veicular anúncios sem ter uma grande transparência e clareza de onde sua campanha está aparecendo.

domingo, 26 de março de 2017

MercadoPago: Mito e Realidade

MercadoPago: "O que é" é "o que não é"...

Na abertura da reunião de março do comitê de Meios de Pagamento na Internet, da camara-e.net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico), Marcelo Coelho vice-presidente da entidade e Presidente Diretor Geral (PDG) do MercadoPago detalhou para o grupo as diretrizes de sua organização.
MercadoPago - Mitos
Palestra de Marcelo Coelho na Melicidade

Segue o resumo da apresentação:

Fatos sobre o MercadoPagos:

O que o MercadoPago é:

O MercadoPago é 100% aderente a regulação: Instituidor de Arranjo de Pagamento Fechado, de compra, doméstico, Pré-Pago em Funcionamento e em processo de autorização:

a) Ouvidoria
b) Prevenção a Lavagem de Dinheiro e Combate ao Terrorismo
c) Custódia de recurso de terceiros em TTN
d) Central de Atendimento 0800
e) Cadastro Contas Pagamento conforme regulação
f) Compliance

Mitos sobre o MercadoPago:

O MercadoPago NÃO é: 

a) Instituição Financeira (ou Banco)
b) Credenciador (ou Adquirente)
c) Facilitador (ou Sub-Credenciador)
d) Emissor de Cartão Pós-Pago
e) Instituição Domicílio


sábado, 25 de março de 2017

First Data adquire a Acculynk para brigar forte no eCommerce

A First Data, líder global em Tecnologia de Processamento de Pagamentos, acaba de adquirir a Acculynk, empresa de soluções de eCommerce para aceitação de Cartões de Débito. A aquisição expandirá o portfólio de Soluções de Pagamentos da First Data. Ambas as empresas têm sede em Atlanta, que se tornou um hub de empresas de pagamento.

First Data adquire a Acculynk para brigar forte no eCommerce

A tecnologia de roteamento de débito PaySecure da Acculynk permite que os comerciantes processem pagamentos de débito on-line através da rede de débito disponível de menor custo, ajudando os comerciantes a reduzir seu custo total de aceitação.

A Acculynk tem um conjunto de ferramentas que permite ao comerciante decidir para onde enviar transações usando roteamento dinâmico, disse Barry McCarthy, vice-presidente executivo da First Data.

"Para grandes bancos, a principal despesa é o interchange", segundo McCarthy, "mas há diversas outras taxas em torno do interchange - como custo de avaliações e taxas de fraude. Uma rede como a STAR (que é propriedade da First Data) pode apresentar um bom custo x benefício, pois, mesmo que o interchange apresente um custo similar, o custo total da transação é menor uma vez que não estamos fazendo mega anúncios, não estamos patrocinando os Jogos Olímpicos".

A First Data possui excelentes ferramentas de roteamento, mas tem como alvo o mundo físico - as transações nas lojas físicas.

"Já, a Acculynk é independente de plataforma, assim, para qualquer ambiente, de qualquer fornecedor, as ferramentas Acculynk podem ser úteis. Mesmo que a loja não seja cliente mercante de First Data; Mesmo que a loja seja cliente de um concorrente da First Data,  ela ainda pode obter o benefício."

Por fim, o gateway True Debit da Acculynk, via PaySecure, contribui para a diminuir as Taxas de Fraude, agilizar a Liquidação de Pagamentos e criar uma Experiência de Consumo com menos Fricção (less friction). A First Data também adquiriu os demais produtos da Acculynk, incluindo PayGov, uma solução de pagamento de contas de Governo, e Payzur, uma solução de P2P de white-label distribuída por instituições financeiras que poderiam competir com Venmo.

terça-feira, 7 de março de 2017

DIY: How to kill innovation in Brazil - 101

How kill innovation Brazil
The funds collected by the Telecommunications Inspection Fund (Fistel) are one of the most important Anatel's financing sources, after being transferred to the amounts due to Fust and Funttel.

Unfortunately, the revenues of the three funds (Fistel, Fust and Funttel), year over year, generates a significant excess of collection, and this financial surplus is always transferred to the National Treasury.

To oversee telecommunication services, Anatel annually applies less than 20% of what it collects with Fistel. The revenue coming from the Fust is practically not applied in the purpose established in the law. Thus, the three funds set aside are truly distorted for applications that do not conform to the laws they create.

Therefore, why not to reduce the value of Fistel's fees in order to generate what effectively corresponds to Anatel's needs? Why not repeal as laws of Fust and Funttel, that the resources are not used and the last exercises of transfer to the National Treasury in breach of legislation?

Finally, it can be said that these heavy taxes in Brazil, whose counterparts are not clear enough, are not just innovations killers, stealing large amounts of financial resources that could be applied by Telco Operators in R & D... Theses taxes are also entry of barriers for startups of Internet of Things, which does not have the capital needed to face the huge and retrograde taxes, charged upfront.

Other interesting readings and sites:



sábado, 4 de março de 2017

A Internet das Coisas: hoje e amanhã - ROI e Transformação

Pesquisa intitulada "A Internet das Coisas: hoje e amanhã", publicada pela Aruba, uma empresa da Hewlett Packard Enterprise, revela que a IoT irá em breve se disseminar em larga escala. 

IoT ROI Initiatives - Iniciativas de Internet das Coisas geram ROI

Segundo a pesquisa, 85% dos negócios pretendem adotar a IoT até 2019, guiados pela necessidade de inovação e de eficiência nos negócios. Embora a análise confirme os claros benefícios dos investimentos em IoT, o relatório da Aruba alerta para o fato de que conectar milhares de coisas às atuais redes corporativas já resultou em brechas de segurança para a maioria das organizações.

Para realizar a pesquisa foram entrevistados 3.100 tomadores de decisões das áreas de TI e negócios em 20 países, para avaliar o atual estado da IoT e seu impacto em diferentes indústrias. O estudo mostra que, enquanto quase todos os entrevistados (98%) têm ideia do que é IoT, muitos não têm clareza da definição exata de Internet das Coisas e do que ela representa para o mundo dos negócios.

Em seu novo eBook "Entendendo a IoT", patrocinado pela Aruba, o visionário do mundo da tecnologia Kevin Ashton — que criou o termo "Internet das Coisas" — apresenta a seguinte definição: "A 'Internet das Coisas' significa sensores conectados à Internet e comportando-se de forma semelhante à Internet ao criar conexões ad hoc abertas, compartilhando dados livremente e permitindo aplicações inesperadas, então os computadores podem entender o mundo ao redor deles e se tornarem o sistema nervoso da humanidade."

Superação das expectativas

Ao examinar os benefícios da IoT para os negócios, Ashton descobriu que os benefícios para o mundo conseguidos com a IoT superaram inclusive as expectativas originais. Esta "superação de expectativas" se torna evidente em duas áreas essenciais: eficiência dos negócios e lucratividade.

Como exemplo, apenas 16% dos líderes de negócios projetaram grandes lucros com seus negócios de IoT. Mas logo após a adoção, 32% dos executivos já reportaram crescimento nos lucros. De forma semelhante, 29% dos executivos esperavam que suas estratégias de IoT resultassem em melhorias na eficiência, enquanto que os resultados atuais mostram que 46% já conseguiram ganhos de eficiência.

Um amplo diálogo precisa ser aberto para que possamos gerenciar positivamente o impacto da Internet das Coisas. O ponto de partida inicial é alinhar a IoT para os objetivos gerais da empresa, e para separar esses objetivos em quatro pilares: visibilidade, segurança, inovação e lucratividade.

Algumas das áreas que a IoT está ajudando a transformar:
  • 82% afirmam que viram crescimento na Eficiência dos Negócios desde que adotaram a tecnologia de IoT
  • 81% viram a IT das organizações se tornar mais Eficiente
  • 73% tiveram Reduções de Custos
  • 78% viram melhoria na Experiência do Cliente
  • 72% declararam crescimento na Lucratividade
  • 77% viram melhoria na Visibilidade dos Processos ao longo de toda a organização

A média do Retorno sobre o Investimento (ROI) da IoT

Em todo o mundo, a média do Retorno sobre o Investimento da IoT foi de 34%. Mais de um quarto dos respondentes (27%) revelaram um ROI de mais de 40% com IoT e um em dez afirmaram superar um retorno de 60%.
Retorno sobre o Investimento (ROI) de IoT - Internet das Coisas

A pesquisa da Aruba revela vários níveis de maturidade da IoT em diferentes setores da indústria. As cinco verticais listadas são as líderes em adoção da IoT e têm obtido benefícios tangíveis a partir de estudos de casos focados na adoção.

Um) Empresas

Empresas criam um ambiente de trabalho inteligente para produtividade e eficiência:
  • Mais de sete em dez (72%) das empresas adotaram dispositivos de IoT no ambiente de trabalho. Serviços internos baseados em localização aparecem como o segundo mais promissor uso para aprimorar a produtividade dos empregados, atrás de monitoramento remoto. Vinte por cento reportaram a operação remota de iluminação e controle da temperatura de prédios como o uso principal. Porém, esse número mais que dobra, atingindo 53%, quando a questão é implementações futuras.
  • Ao olhar para os resultados tangíveis realizados, 78% afirmam que a adoção da IoT no ambiente de trabalho aprimorou a eficiência de seu time de TI e 75% apontam crescimento na lucratividade.

Dois) Indústria

O Setor Industrial aumentou a eficiência nos negócios e a visibilidade com o uso da IoT para monitoramento e manutenção:
  • Mais de seis em cada dez entrevistados (62%) do setor industrial responderam que já adotaram IoT. O seu uso para monitorar e manter funções essenciais da indústria foi identificado como o de maior impacto. Atualmente, o uso de câmeras IP de monitoramento para segurança física em indústrias está ainda em sua fase inicial, com apenas 6% tendo adotado essa tecnologia. Contudo, quando questionados sobre futuras adoções, o resultado foi multiplicado por cinco, atingindo 32%.
  • Nesse setor, 83% apontaram o crescimento na eficiência dos negócios e 80% identificaram aumento na visibilidade em toda a organização.

Três) Saúde

A Saúde adota IoT para aprimorar o monitoramento de pacientes, redução de custo e promover a inovação:
  • Surgindo como o terceiro mais avançado setor na adoção da IoT, cerca de 60% das empresas de saúde já implementaram equipamento de IoT em suas unidades.
  • Nessa área, 42% dos executivos apontam como número um em uso de IoT o item monitoramento e manutenção — acima de todos os outros setores. Isso destaca a importância do monitoramento de pacientes por meio da Internet das Coisas na atual indústria de saúde.
  • Oito em dez respondentes apontaram o crescimento na inovação e 73% destacaram o corte de custos.

Quatro) Varejo

Varejistas promovem o engajamento de consumidores e aumentam as vendas com o uso de tecnologia de localização em ambientes internos:
  • Apenas 49% dos varejistas estão usando a tecnologia de IoT, mas 81% dos que já utilizam afirmaram ter aprimorado a experiência de usuário. Uma experiência de consumidor aprimorada costuma ter um impacto significativo na lealdade do cliente e na receita.
  • Serviços de envio de ofertas personalizadas e de informações de produtos dentro das lojas aos consumidores surgem como a principal adoção da IoT nessa área, junto com monitoramento e manutenção. Quatro em cada dez varejistas colocaram vigilância na lista de top 3 de casos de uso.

Cinco) Governo

Últimos colocados entre os cinco segmentos, os Governos estão atrasados na adoção da IoT, lutando com tecnologias legadas e a necessidade de redução de custos:
  • Setor com maior lentidão para adotar a IoT, o governo apresenta apenas 42% dos municípios com o uso de dispositivos e sensores de IoT. Um terço (35%) dos tomadores de decisões de da área de TI reclamam que os executivos nessa área têm pouco conhecimento sobre o que é IoT, o dobro da média, o que sugere que a desinformação é a maior barreira para a adoção em massa no setor.
  • Enquanto quase metade (49%) dos departamentos de TI na área de governo lutam com tecnologias legadas, sete em cada dez usuários de IoT no setor público reportam corte de custos e melhoria na visibilidade organizacional como os maiores benefícios.