terça-feira, 27 de setembro de 2016

Darwinismo Digital - Em nenhuma outra época da história tantos setores se reinventaram em um período tão curto de tempo!

Foto do Time da EnterPlay

São Paulo, 26 de setembro de 2016: Ontem à noite, a Tele.Síntese traçou a mais nova fotografia do Nível e do Tipo de Inovação que caracterizam o mercado brasileiro de Comunicações e Internet, em um evento que premiou as quatro grandes operadoras (Vivo, TIM, Oi e Claro) na categoria de MNO (Mobile Network Operators). ...

Até aí, nada de novo, não é? Porém o flashback para por aí, pois em todas as demais categorias apenas projetos realmente disruptivos subiram ao podium!

Sim, as empresas OTT (Over the Top) e de IoT (Internet of Things) dominaram a cena da premiação no evento de lançamento do Anuário Tele.Síntese de Inovação em Comunicação 2016 (http://www.telesintese.com.br/anuario-telesintese/).

Está claro que em um futuro muito próximo, as Operadoras de Telefonia serão muito mais parecidas com players de Internet ou da Área Digital, do que com os atuais dinossauros de telecom.

Neste clima de inovação e disruptura, o conceito de Darwinismo Digital impregnou a cerimônia, descrevendo o momento em que vivemos como uma situação na qual a sociedade e as tecnologias superam a capacidade de adaptação de uma empresa. É sabido que as novas tecnologias sozinhas não trazem inovação, mas que o conhecimento, as parcerias do ecossistema e o modo de pensar desempenham um papel essencial.

Empresas de telecomunicações já sentem os efeito colaterais do Darwinismo Digital e iniciam grandes investimentos para desenvolver e aplicar inovações aos modelos de negócio atual, a fim de conseguir afastar a ameaça real a sua longevidade empresarial, trazida por provedores Over the Top (OTT) como Skype, WhatsApp e Netflix.

Em nenhuma outra época da história tantos setores se reinventaram num período tão curto de tempo... A lista de disruptores é longa: Uber na área de transportes, Airbnb na de viagens, Tesla no setor automotivo, Amazon e Alibaba no varejo, Netflix e EnterPlay em entretenimento. A lista de vítimas é ainda maior, pois 52% das empresas incluídas na lista Fortune 500 em 2000 já faliram, foram compradas ou fechadas. As Tecnologias Digitais aceleram, como nuca, o ritmo e a força da Inovação!

Neste cenário, a Tele.Síntese também inovou e enalteceu OTT e IoT ao premiar, entre outros provedores, a EnterPlay (http://www.enterplay.com.br/). Uma startup de Entretenimento Digital, que oferece TV Aberta (ISDB-t), TV Paga (IPTV), Vídeo Sob Demanda (VoD), Música, Jogos e Aplicativos, reunidos em uma interface única, em qualquer tela. Ou seja entretenimento digital com login único e apenas um controle remoto, entregue via Internet ou através de redes de Provedores de Banda Larga homologados (ISP).

Troféu Tele.Síntese

domingo, 18 de setembro de 2016

Impactos diretos do Entretenimento Digital (VoD e IPTV) no Negócio dos Provedores de Banda Larga (ISP)


A evolução massiva e constante do consumo de vídeo over-the-top (OTT*) por mercados como streaming, serviço móvel e realidade virtual faz com que o tratamento ao Tráfego de Vídeo será fundamental nos próximos anos para reduzir Churn de Provedoras de Acesso à Internet (ISP).

Segundo pesquisa realizada pela Huawei, o aumento do churn** decorrente da Experiência com Vídeos se comprova, pois 28% dos entrevistados mudaram de Provedor de Banda Larga nos últimos 12 meses (churn). Desses, 64% buscavam um serviço "mais confiável" ou mais veloz. E no decorrer do ano, 54% considerariam mudar para outra operadora por conexões mais rápidas ou pagando menos (ou ambos). Na avaliação da Huawei, esse churn está relacionado com a demanda (não devidamente atendida) por Serviços de Video Streaming.


Na Banda Larga Móvel, a estimativa de aumento de Tráfego de Vídeo é ainda maior, expandindo-se em dez vezes até 2020, não apenas pela demanda gerada pelo YouTube, Netflix, EnterPlay e cia, mas também pelo início da Era da Vídeo Chamada.



O impacto da popularização do 5G na melhora da qualidade do Vídeo Móvel terá Proporções Épicas!



Para entendermos a grande diferença entre as atuais tecnologias celulares, pode-se dizer que o 3G permitiu a experiência online a gráficos estáticos, enquanto o 4G tornou-se a plataforma mais adequada para o consumo de VoD (Video on Demand) em melhor qualidade e maior velocidade de download. 

Porém, a chegada do 5G é literalmente disruptiva, pois permite introduzirmos a experiência do streamig ao vivo de vídeo móvel em resolução UHD ao nosso dia-a-dia... 

Tive a oportunidade de debater esta revolução silenciosa e seus impactos diretos do Entretenimento Digital no Negócio dos Provedores de Banda Larga no evento "Encontro de Provedores Regionais de Niterói", ocorrido em 13/set/16 (http://www.eventos.momentoeditorial.com.br/25o-niteroi-13-de-setembro/).

Por meio do PPT abaixo, mostrei a relevância da oferta e do correto tratamento do Tráfego de Vídeo para a redução o Churn da Banda Larga.


Seguem os principais pontos abordados:

Entretenimento Digital: Oportunidade para os ISP

- Segundo a pesquisa Huawei / Ovum’s 2H15 Telco TV Benchmark (70 Telcos pesquisadas):

1) Produtos e Serviços

- 75% do Tráfego de Vídeo é gerado por terceiros
- A migração da Distribuição de Vídeo para o IP é uma grande oportunidade para ISP lançarem suas Plataformas de Vídeo
- “O momento é agora e a hora é esta!”, pois a janela de oportunidade já está se fechando!

2) IPTV: A Iniciativa Inicial dos Provedores de Banda Larga

- Extensão natural de serviço de valor agregado ao core da Banda Larga, a IPTV é o Pilar Central da Estratégia Clássica de evolução de ISP multiplay

3) Video OTT: da Netflix ao ISP (Operador da Rede)

- Vários Provedores de Banda Larga, mundo afora já entregam Serviços de Streaming de Vídeo

- 2/3 destes ISP provem acesso Multiscreen a Conteúdo Pay-TV
- 1/3 dos ISP pesquisados oferecem SVoD “Tipo Netflix"
- 1/4 dos ISP pesquisados distribuem Serviços de Video OTT de Terceiros

4) Parcerias ISP x OTT

- Banda Larga Fixa: mais de 20 Telcos Estrangeiras integram Serviços OTT de Vídeo de Terceiros (principalmente Netflix) em seus STB


- Banda Larga Móvel: Modelo de parceria ainda mais evidente, onde as MNO promovem e direcionam acesso a Serviços OTT de Vídeo de Terceiros (pagando por assinaturas subsidiadas), vendendo assinaturas de pacotes com tarifas premium

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* OTT - Over The TopOs serviços over-the-top (OTT) são os oferecidos aos clientes pela Internet e não costumam ser fornecidos diretamente pela operadora de telecomunicações. Serviços como ferramentas de busca oferecidas pelo Google, serviços de webmail oferecidos pelo Microsoft Hotmail ou de VoD como a Netflix são exemplos de OTT. Serviços OTT se tornaram uma preocupação para operadoras de telecomunicações quando começaram a competir diretamente com serviços tradicionalmente oferecidos pelas telcos: voz, mensagens e TV paga.

** Churn - Churn Rate: O termo “Churn” é utilizado principalmente por empresas de telefonia, ele é utilizado para medir a quantidade de clientes que essas empresas perdem mensalmente e anualmente.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Regulação Global da Economia Digital - Regular ou não Regular, eis a questão...

Regulação da Internet

Devido ao crescimento constante e significativo da Economia Digital em todo o planeta, vivenciamos um afã super-regulatório nos cenários doméstico e cross-border, fomentado por diversos eixos, tais como o tributarista, o de segurança e o protecionista, entre outros. Fato este que tem fomentado o debate sobre a criação de normas globais por diversos entidades multilaterais, como o G7 e o G20, por exemplo.

Por outro lado, as empresas digitais, convencidas de que a regulação atual seja suficiente, alertam para o perigo da hiper-regulação. Assim, grupos como o eG8, composto pelos Gigantes da Internet, pedem prudência aos governos, no que tange à Regulação da Rede, para não inibirmos sua liberdade, freando seu crescimento e sua criatividade.

Todavia, sabemos que existem grandes assimetrias nas regulações nacionais, que normalmente impactam de forma negativa as transações transnacionais, comuns na Economia Digital, que desmaterializa as fronteiras. Ou seja, o status quo mundial, com padrões distintos e regionalizados, tem se mostrado um entrave significativo na produtividade e na inovação digitais.

Assim, grupos como o B20 (que reúne as maiores empresas e indústrias do G20), acreditam que a definição de padrões uniformes ajudarão a criar economias de escala e a promover a inovação, resultando em preços mais baixos e, ao mesmo tempo, aumentando a diversidade de produtos.

E por onde devemos começar a repensar a Regulação da Economia Digital Global?

Acredita-se que o eCommerce será a ponta de lança desta regulação digital global, uma vez que já está sendo praticado de forma significativa no cross-border. Basta ver as taxas de crescimento de compras de brasileiros em sites como a eBay e o Alibaba, por exemplo.

Tarifas alfandegárias, altos custos de frete e longas esperas para a entrega ainda são desafios para muitos consumidores cross-border, porém, a ideia de ter melhor disponibilidade de produto e melhores preços mantém os consumidores voltando às lojas online estrangeiras para comprar mais.

Por fim, vale lembrar que uma regulação bem elaborada beneficiaria a todos, ao passo que uma regulação enviesada certamente atrasaria o crescimento e a criatividade de projetos ligados à nova Economia.

sábado, 27 de agosto de 2016

Comportamento da Diversas Gerações no eCommerce

Gerações do eCommerce

Comportamento das diversas Gerações no e-Commerce

Entenda os costumes e motivações das gerações Boomer, Baby Boomer, X, Y (ou Millennials) e Z, além de suas forma de interagir e conviver com a web.

Gerações: datas de nascimento e suas características específicas:

1) Geração Boomer

Pessoas que nasceram entre 1920 e 1945.

Este público compreende o que atualmente (2016) chamamos “terceira idade”. São pessoas que têm entre 71 e 96 anos.

Produtos e Serviços:

Normalmente, este público acessa a web a aquisição de medicamentos, além de produtos e serviços voltados à melhoria da qualidade de vida.

Características Marcantes:

Por terem vivido durante as duas grandes guerras mundiais, os indivíduos dessa geração são muito disciplinados e respeitadores das hierarquias. Além de não serem facilmente impactados por táticas de compra por impulso.

Forma de Abordagem:

As estratégias de e-commerce para a terceira idade devem focar-se na segurança e credibilidade da loja online.

Estes e-consumidores comprarão apenas após sentirem-se seguros de que a loja virtual merece sua confiança.

2) Geração Baby Boommer

Pessoas que nasceram entre 1946 e 1960.

Os Baby Boommers são os filhos dos Boomers.

São pessoas que têm entre 56 e 70 anos e que, ao invés de vivenciar e se dedicarem à guerra (como fizeram seus pais), se dedicaram à reconstrução de seus países e economias, por meio do trabalho.

Características Marcantes:

Além de serem workaholics (viciados em trabalho) e ocuparem atualmente as posições de diretoria e presidência das empresas (C-Level), os Baby Boomers gostam dos empregos fixos, onde possam trabalhar por décadas, não sendo incomodados por realocações ou pelo receio de demissões.

Forma de Abordagem:

Os Baby Boomers apresentam fortes laços de relacionamento interpessoal. Assim, torna-se muito importante comercializar seus e-produtos se criar um método de “referências”, que faça um cliente indicar a sua loja virtual para os amigos.

Geração X

Pessoas que nasceram entre 1961 e 1980

A Geração X abrange as pessoas que têm hoje entre 36 e 55 anos e que, por sua vez, são os filhos da geração Baby Boomer e netos da geração Boomer. Nasceram em uma época onde a hierarquia começou a perder seu valor.

Características Marcantes:

Com o fim das grandes guerras mundiais, as crises desta nova geração que vem ao mundo por volta de 1961 são marcadas por conflitos políticos, protestos e pela queda de muitas das ditaduras.

Forma de Abordagem:

No campo econômico e mercadológico, a Geração X cresceu com a influência da TV e de suas propagandas. Eles também aprenderam que escolher os produtos de melhor qualidade faz toda a diferença.

Geração Y ou Millennials

Pessoas que nasceram entre 1981 e 2000

Características Marcantes:

Os indivíduos que compõem a Geração Y (Millennials) têm atualmente entre 16 e 35 anos de idade. Eles nasceram, cresceram e se desenvolveram no mesmo período em que a internet iniciou sua evolução e que o e-commerce surgiu.

Ao terem se desenvolvido em um contexto de mudanças sociais e tecnológicas constantes, as pessoas dessa geração aprenderam desde cedo que nada é ou pode ser tão estável como querem os seus pais, avós e bisavós.

É a geração que vivenciou o nascimento da Economia Compartilhada (Usar Algo versus Possuir Algo) e está adaptada ao processo de Uberização dos serviços.

Forma de Abordagem:

Devido às condições de facilidade de comunicação nas quais cresceram, os indivíduos da Geração Y tendem a conversar muito entre si sobre a qualidade e desempenho dos produtos e das lojas virtuais antes de fazerem compras.


Geração Z (Geração Touch, pós-Millennials ou Nativos Digitais)

Pessoas que nasceram a partir de 2001
Geracao Z - eCommerce / Comércio Eletrônico

Características Marcantes:

As pessoas que fazem parte da Geração Z ou Nativos Digitais têm atualmente entre 1 e 15 anos. Esta é a geração que, é a primeira de "nativos digitais": já nasceram de celular na mão e não conhecem um mundo sem internet. Daí a importância do mobile commerce (m-Commerce).

A geração dos Millennials prefere experimentar do que consumir!

O que você prefere? Ir ao Canadá assistir às palestras do TED ou comprar uma bolsa de luxo? Passar uma semana vivendo entre os índios no Acre ou ter um relógio-joia? Atravessar os EUA de bicicleta ou comprar um carro novo? Ir com seus amigos para um festival de música ou ter novos modelos de Louboutins?

Se você escolheu a experiência sobre o consumo, só reforça uma tese que alguns pesquisadores vêm falando há algum tempo, mas que o mercado está, apenas agora, sentindo os seus efeitos: a geração dos Millennials (nascidos entre 1980 e 2000) prefere viver uma experiência única a consumir artigos de luxo. Nos Estados Unidos, eles respondem pela maior parte da população.

De acordo com um estudo de 2013 do Boston Consulting Group, US$ 460 bilhões foram gastos em viagens de aventuras especiais contra US$ 170 bi em compras de produtos de luxo, segundo um artigo publicado no “AdAge”.

Eles não apenas gostam de ser ouvidos, como qualquer adolescente sempre gostou: eles cada vez mais tem os meios para tal.  

Os indivíduos dessa geração são extremamente hábeis tanto com as telas grandes dos desktops, notebooks e netbooks como com as telas pequenas dos smartphones, tablets e celulares.

"Criados por seus pais da geração X durante uma época de stress econômico, fardos crescentes de dívida estudantil, tensões socioeconômicas e guerras internacionais, esta juventude tem uma visão menos idealista e mais pragmática do mundo" – Goldman Sachs.

Estes jovens também são os mais diversos que o mundo já viu em identidade sexual e racial. Nos Estados Unidos, os números do censo apontam que até 2020, mais de metade da juventude será parte de um grupo étnico ou racial minoritário.

Aqui no Brasil, esta geração cresceu com a euforia da era Lula e desfrutou de novas oportunidades educacionais e tecnológicas, mas agora tem que lidar com o pessimismo generalizado e a piora no mercado de trabalho, da qual são são as maiores vítimas.

Forma de Abordagem:

De acordo com um relatório recente do banco Goldman Sachs, entender esta turma é importante - e não é só porque eles já controlam o equivalente a US$ 44 bilhões em poder de compra nos EUA.

Eles também influenciam nas decisões da casa, de acordo com 93% dos seus pais, e 60% acreditam que ter muito dinheiro é sinal de sucesso, contra 44% dos millenials que compartilham da mesma opinião.


Trinetas dos Boomers, bisnetas dos Baby Boomers, netas da Geração X e filhas da Geração Y, as pessoas que compõem a Geração Z são mais facilmente conquistadas por conteúdo audiovisual.

terça-feira, 26 de julho de 2016

Olimpíadas: camara-e.net alerta e-Commerce para mudanças nas entregas durante a Rio2016

eCommerce na Rio 2016 - Olimpiadas

Entre 5 de agosto e 18 de setembro, período de realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro, a cidade terá diversas ruas interditadas ou com restrições de acesso. E esses bloqueios devem impactar diretamente os prazos de entrega e saída de encomendas de e para a região metropolitana do Rio. Alguns serviços dos Correios chegarão a ser suspensos durante os Jogos, e os centros de operação funcionarão em horário estendido, com mais veículos nas ruas para reforçar as entregas, incluindo nos finais de semana.

Ronaldo Takahashi, assessor da Vice-Presidência de Encomendas dos Correios, diz que toda a cidade do Rio será afetada durante o evento esportivo, mas destaca que as regiões central e sul sofrerão um pouco mais. “Nessas duas localidades, o acesso será totalmente fechado das 6h às 21h, e nós ajustaremos os horários de suprimento de carga para os centros de entrega localizados nessas regiões”.

Com base nesse cenário, o Comitê de Varejo Online da
camara-e.net está orientando as lojas virtuais de pequeno, médio e grande porte a planejarem suas vendas durante as Olimpíadas. Uma das recomendações é que elas comuniquem seus clientes sobre o prazo estendido e as restrições nas entregas no Rio de Janeiro. Até o dia 20 de setembro não haverá coleta ou entrega nas ruas que estarão interditadas para os Jogos. E a suspensão temporária de entregas precisa ser comunicada ao cliente no ato da compra.

Outra recomendação é que os lojistas informem ao consumidor alterações nos prazos de entrega: opções de frete expresso (e-Sedex e Sedex) terão dois dias úteis acrescidos ao prazo padrão; serviços de entrega com hora marcada (Sedex Hoje, Sedex 10 e Sedex 12) e de logística reversa domiciliária estarão suspensos no período dos Jogos; logística reversa em agência estará disponível com um dia últil a mais na entrega; e as demais formas de frete, como o PAC, terá acréscimo de três dias úteis no prazo original.

“O
comércio eletrônico lida com a expectativa do consumidor, que faz a compra remotamente e espera ansioso que o produto seja entregue em sua residência dentro do prazo informado”, observa Gerson Rolim, diretor de comunicação e marketing dacamara-e.net. “Essa comunicação é extremamente importante para que a loja não receba uma avaliação negativa em razão do não-cumprimento do prazo de entrega”.

Para os consumidores, a primeira dica é consultar nos sites dos Correios se o CEP pretendido para entrega faz parte das ruas com interdição total ou parcial. Produtos para esses endereços só serão entregues após o período Olímpico. Se tiver pressa em receber a compra, indique outro endereço fora dessa área de restrição.

A segunda dica é com relação à segurança. “Os compradores online devem tomar cuidado para não cair em golpes, que costumam aumentar em datas comemorativas”, explica Rolim. “Desconfie de promoções milagrosas, de links de ofertas enviados por e-mail e de e-mails que peçam informações pessoais e bancárias”.


sexta-feira, 6 de maio de 2016

Stinson Atty, Others Fouled $200M ATT Unit Deal, Suit Says


Stinson Atty, Others Fouled $200M AT&T Unit Deal, Suit Says

AT&T Lawsuit


Law360, Washington (May 2, 2016, 3:47 PM ET) -- A Stinson Leonard Street LLP attorney covertly worked with his client's business partners to sabotage an at least $200 million deal with an AT&T Inc. unit to develop and market international cellphone SIM cards, according to a suit filed in Texas federal court Friday.

Wireless company Azarax Inc. alleges that its prior incarnations, 14 Biz Holdings and Convey Communications SA, had deals with Wireless Communications Venture LLC and others to finance business development for Azarax's international cellphone SIM cards starting in 2011.

The suit says the partnership agreed to fund and develop a cellphone SIM card that would let phones operate in several countries without causing roaming data or voice charges for the user. Azarax had relied on the good faith agreements and funding provided by WCV and other partners and organized by Azarax's attorney, William Syverson of Stinson Leonard Street, who failed to disclose his ownership interest in one of the partners, according to the complaint.

The deals led to a contract with AT&T unit Nextel Mexico, then fell apart in 2014 after Syverson and WCV executives sabotaged the contract in favor of pursuing their own with Nextel Mexico, the suit alleges.

“Plaintiff had formal agreements with defendants under which the defendants had and expressly assumed fiduciary and nondisclosure obligations that they breached,” the suit states. “Defendants conspired and secretly circumvented plaintiff to steal or novate plaintiff’s Nextel agreement for the purpose of their financial gain.”

Instead of constructing the deal properly as the representative of all parties, Syverson listed himself as the sole documented owner of several of the partners in the 2011 agreements then later worked against Azarax’s interests in a ploy to take over the Nextel Mexico contract, according to the complaint. Syverson also allegedly billed Azarax, then Convey, for his work on behalf of the conspiracy to undermine Azarax's contract with Nextel Mexico.

Starting in 2010, Azarax, then known as Convey, had formed to develop new cellphone technologies for marketing in Latin America, the complaint says. In 2011 Convey, WCV and several others entered into agreements that ultimately formed a company called AmRoam Holdings LLC to develop and market the SIM card technology, the suit says.

That AmRoam agreement, drafted by Syverson, contained provisions establishing fiduciary duty and nondisclosure provisions, which form the basis of Friday's suit, according to Azarax. In 2013, using the funding provided through the AmRoam agreement, Convey secured a deal with Nextel Mexico, valued at more than $200 million, to develop and market the SIM cards in Mexico and the U.S., according to the complaint.

However, during the three-stage process to execute the Nextel Mexico deal, WCV executives and Syverson conspired to push Convey out of the deal and, with the cooperation of a Nextel Mexico attorney, snag the contract for WCV then take the venture public as a new entity, the suit alleges.

Emails furnished by WCV and AmRoam director Gary Donoghue provided “irrefutable evidence” that WCV executives along with Syverson and planned public entity head Christian Borrman plotted to work around Convey’s agreement with Nextel Mexico to secure their own deal with the telecom.

“Defendant’s covert and illicit acts of interference went on for a minimum of 10 months without plaintiff’s knowledge, causing additional expense and damage to plaintiff,” the suit states.

WCV cut off contractually mandated funding for Convey’s development efforts in 2014, and despite Convey’s best efforts to execute the agreement throughout the year, Nextel Mexico sent letters to end the agreement in January 2015, according to the complaint.

Over the course of the conspiracy, the suit alleges, the executives offered Nextel Mexico General Counsel Antonio Garza equity and a CEO position in a new entity, to break off Convey’s deal with Nextel Mexico.

The complaint alleges breach of contract, breach of fiduciary duty and tortious interference with contract and unfair competition against the defendants, who include Syverson; Stinson Leonard Street; Garza; WCV; Borrman; several other WCV executives; and parties to the AmRoam agreement.

Representatives for Stinson Leonard Street, Bill Syverson and the other defendants could not be immediately reached for comment Monday. A representative for Wireless Communications Venture declined comment Monday, stating the company had not yet received any notification of the suit.

A representative for AT&T and Nextel Mexico could not be immediately reached for comment Monday.

Azarax is represented by Michael Sydow of the Sydow Law Firm.

Counsel information for the defendants was not immediately available.

The case is Azarax Inc. v. Wireless Communications Venture LLC et al., case number is 1:16-cv-00528, in the U.S. District Court for the Western District of Texas.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Futurepay 2016: Inovações no setor de Meios de Pagamento

Camara-e.net foi a primeira entidade a apoiar o evento, que aconteceu nos dias 30 e 31/03 na capital paulista

Além de ser a primeira e única entidade apoiadora do evento Futurepay 2016 [www.futurepay.com.br], promovido pela empresa de consultoria EBDI (Enterprise Business Development & Information), a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) também participou, no dia 30/03, do painel “Mix de gerações: como adaptar seus produtos, canais e atendimento às exigências dos diferentes tipos de consumidor”.

O debate aconteceu no Hotel Estanplaza Internacional, na capital paulista, e contou com a presença do diretor de comunicação e marketing da camara-e.net, de Gerson Rolim; do diretor do Walmart Brasil, Carlos Eduardo Caldas; do CMO do Investeapp, Tiago Bispo; do CEO da Bigdata Corporation, Thoran Rodrigues; e do mediador do congresso e diretor da 4Finance do Brasil, Marcos Cavagnoli.

No painel “Mix de gerações: como adaptar seus produtos, canais e atendimento às exigências dos diferentes tipos de consumidor”, os especialistas abordaram temas atuais, como a estratégia de omnichannel, que trata de forma integrada e proativa os canais online e off-line, com o intuito de oferecer a melhor experiência de compra ao consumidor; o futuro do boleto e as mudanças trazidas pelo marco regulatório da internet, entre outros.

camara-e.net na FuturePay

Gerson Rolim (na foto abaixo, primeiro à direita) destacou o avanço da internet e sua principal característica: a de romper fronteiras. Para os varejistas que vendem online, há vantagens e desafios neste cenário. “No ambiente virtual, as empresas não têm como concorrentes somente os sites brasileiros, mas lojas do mundo inteiro. Por isso, é importante que os nossos empresários digitais se atentem e se adequem às necessidades do consumidor”, declarou.

Ele comentou ainda as mudanças que estão ocorrendo no segmento de meios de pagamento na internet em relação ao uso do boleto. “Até o final de 2016, o modelo de boleto que existe atualmente deve evoluir para a Nova Plataforma de Cobrança da Febraban (aka Boleto Registrado). Muito antes do switch off do “boleto não registrado”, Lojas Virtuais e Meios de Pagamento na Internet precisarão estar prontos para a transição de um meio de pagamento que corresponde à 15%, em média, das transações online.”, explicou Gerson Rolim, que também é coordenador do Comitê de Meios de Pagamento na Internet.

O segundo e último dia do evento, 31/03, reuniu executivos do Banco Central, Konduto, Pagar.me, Mercado Bitcoin, Materea Systems, Kitado! e Controly e contou com painéis sobre inovação e tendência digital.


quarta-feira, 16 de março de 2016

Governador de SP Veta Projeto de Lei que obrigava as lojas a publicar, com antecedência, as promoções, como a Black Friday

Governador de São Paulo faz veto total ao Projeto de Lei 986, aprovado na ALESP, que aumentava a burocracia e cerceava a inovação no e-commerce

PL 986 obrigava as lojas a publicar, com antecedência, as promoções, como a Black Friday. Media que, na prática, extinguia a competitividade das lojas online na data mais importante do Varejo Online brasileiro.

Veto a Projeto de Lei - PL986

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), vetou na íntegra, na última quarta-feira (09/03/2016), o Projeto de Lei 986/2015, de autoria do deputado Estevam Galvão (DEM), que obrigaria as lojas do varejo tradicional e online a informar publicamente, e com antecedência, a variação de preços que um produto em promoção sofreu nos últimos 12 meses. A intenção do projeto, segundo seu autor, seria coibir a maquiagem de preços, prática utilizada por alguns lojistas em grandes promoções.

É importante termos leis que façam com que o comércio eletrônico atue cada vez com mais transparência, mas essas regras não podem ferir a natureza do próprio negócio, inviabilizando-o.

A definição do preço final de um produto depende da negociação do lojista com seus fornecedores e pode variar ao longo de um único dia. Essa negociação é peça-chave em qualquer negócio. Divulgá-la significaria destruir a essência do negócio e a vantagem competitiva sobre a concorrência que beneficia o consumidor com os preços mais baixos.

Nesse sentido o Projeto de Lei acabaria prejudicando o consumidor, determinando o aumento do preço final dos produtos (as empresas poderiam ser tentadas a repassar ao consumidor o custo para manter as informações pedidas e emitir notas fiscais com o histórico da variação), o que poderia acabar matando os descontos acima de 20% (uma vez que o PL se aplica a descontos acima desse percentual).

Promoções como a Black Friday e a Detonaweb, do comércio eletrônico, são conhecidas pelos grandes descontos. E é esse justamente o motivo de seu sucesso. Obrigar os lojistas a revelar sua estratégia de preços destruiria o objetivo das datas promocionais e a realização de liquidações sazonais ou relâmpagos. Com o orçamento cada vez mais apertado, o consumidor acabaria perdendo ainda mais poder de compra.

A camara-e.net, por meio de seu Comitê de Varejo Online, enviou parecer contrário ao PL para a Casa Civil do Governo do Estado de São Paulo. O mesmo fez o Procon e a Fecomércio. Em seu veto, o governador Geraldo Alckimin defende não haver necessidade de um “regramento específico que interfira na operação comercia, sob a justificativa de defender o consumidor contra eventuais abusos, que já estão devidamente resguardados pelo Código de Defesa do Consumidor”.

O veto diz ainda que a proposta do deputado afronta o artigo 170 da Constituição Federal, que trata dos preceitos que regem a ordem econômica e financeira do País. O veto ao PL 986/2015 foi publicado no Diário Oficial da última quinta-feira (10/03).

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Redução do ISS em São Paulo para os Meios Pagamento na Internet!

Aprovação da redução de 5% para 2% da alíquota do ISS, cobrada dos Facilitadores de Pagamento na Internet, na cidade de São Paulo.

Redução de Impostos

Comitê de Meios de Pagamento na Internet da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônicocamara-e.net, alçou importante vitória ao ter seu pleito de redução da alíquota de ISS para 2% aprovado pela Prefeitura de São Paulo, que equiparou esta taxa à cobrada dos Aquirentes de Cartão.

A argumentação apresentada pela camara-e.net, focou-se na oportunidade de retenção da receita e dos empregos gerados pelos Facilitadores de Pagamento na cidade de São Paulo.

Além disso, enfatizou-se que praticamente a totalidade das operações online de MPMEs brasileiras depende dos serviços de Facilitadores e de Gateways de Pagamento para viabilizar o recebimento de suas vendas via Internet, ficando clara a relevância desse segmento para a economia nacional. Circunstância esta que, certamente, justificou que se estendesse a estes serviços o tratamento tributário que o município já destinava às administradoras e credenciadoras de cartão de crédito, haja vista que, na nova realidade da era digital, essas atividades andam juntas, mediante a agregação de utilidades. 

Meios de Pagamento na Internet

Ainda, segundo a camara-e.net, atualmente, 180 mil lojas virtuais, de diferentes portes econômicos em todo o Brasil, são atendidas por Facilitadores e Gateways, sendo a atuação destas empresas um importante componente do ecossistema do comércio eletrônico brasileiro, inclusive exportando know-how nacional para diversos países latino-americanos.

Cerca de 500 empregos diretos e 2.000 empregos indiretos são gerados pela atuação de Facilitadores e Gateways, em adição aos empregos gerados pelas lojas virtuais atendidas exclusivamente por estas empresas. Atualmente, diversas empresas paulistanas, sejam lojas virtuais ou operações de apoio e suporte aos Facilitadores e Gateways de Pagamento, dependem destes para manter suas atividades em funcionamento.

Por razões mercadológicas, as sedes das empresas do segmento estão, em sua maioria, localizadas no Município de São Paulo, gerando assim empregos e receitas para esse município. De fato, atualmente no Brasil há cinco principais Facilitadores (BCash! (PayU), MercadoPago, PagSeguro, Moio e PayPal) e dois principais Gateways de Pagamento (Braspag e Worldpay - que adquiriu a Cobre Bem), sendo que cinco dessas empresas têm domicílio tributário no Município de São Paulo.

Vide comunicado oficial da Secretaria de Fazenda da cidade de São Paulo: Instrução Normativa SF/SUREM n° 15/2015