sábado, 29 de dezembro de 2012

Twitter - Dicas para tornar seus Tweets mais Relevantes

Conheça as 10 dicas básicas para tornar suas mensagens no Twitter mais relevantes.


Dicas do Twitter / Tweet Tips
Pesquisa revela que notícias em tempo real, moderação em hashtags e comentários interessantes podem ajudar a tornar postagens mais úteis.
Pesquisadores das universidades de Carnegie Mellon, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts e da Georgia Tech disponibilizaram uma lista com 9 dicas baseadas em estudos para trazer utilidade aos seus tuítes (a maioria das mensagens publicadas são inúteis, aponta uma pesquisa).
Veja as dicas na lista abaixo:
1 - Notícia velha não é notícia: O Twitter enfatiza a informação em tempo real, para que ela possa se espalhar rapidamente. Os seguidores ficam rapidamente entediados ao ver até mesmo links relativamente recém-publicados várias vezes.
2 - Contribua para a história: Para manter as pessoas interessadas, adicione sua opinião, um fato pertinente ou acrescente a uma conversa antes de clicar em “enviar” ou “retweet”.
3 - Seja breve: O Twitter tem o limite de 140 caracteres por mensagem, mas os usuários ainda apreciam a concisão. Usar o mínimo de caracteres possível deixa mais espaço para cometários em retweets.
4 - Limites: Usar hashtags (palavras com # antes), abreviações e mencionar usuários demais tornam os tuítes difíceis de ler. Mas usar esses recursos com moderação podem ajudar a conseguir mais seguidores, em especial no caso das hashtags.
5 - Guarde para você: Tuítes com detalhes pessoais não agradam a maioria dos usuários. Os pesquisadores encontram um ódio especial dos internautas por tweets de check-ins na rede social de geolocalização Foursquare.
6 - Dê um contexto: Tuítes muito curtos podem torná-los incompreensíveis. Simplesmente publicar um link de blog ou foto, sem oferecer uma razão para clicar foram descritos como “ruins”.
7 - Não reclame: Sentimentos negativos e reclamações não agradam.
8 - Provoque: Portais de notícias e empresas em geral querem que os internautas acessem seus links. Não revele toda a informação no tuíte.
9 - Para figuras públicas: Geralmente as pessoas seguem você para ler insights profissionais, mas fofocas e detalhes do cotidiano podem fazê-las perderem o interesse no seu perfil.
10 - Vá com calma: Não envie muitos tuítes ao mesmo tempo. Isso "inunda" a timeline e pode fazer com que você perca seguidores.
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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

VoD e eBook: Google vende filmes e livros no Brasil

Catálogo da loja Google Play inclui títulos recentes a preços compatíveis com o mercado.

Sem muito barulho, a Google iniciou, juntamente com a Amazon nos primeiros minutos desta quinta-feira (06/12), o início das vendas de Filmes (VoD e EST) e Livros (eBooks) em sua loja online de conteúdo, a Google Play. Até então a loja só oferecia aplicativos para smartphones e tablets com o sistema operacional da empresa, o Android.
Filmes estão disponíveis para compra ou locação, com preços variando de R$ 3,90 (locação em definição padrão) a R$ 44,90 (compra em alta-definição), de acordo com o filme. Títulos mais recentes são mais caros. O catálogo oferece de filmes recentes, incluindo sucessos de 2012 como Os Vingadores (R$ 8,00, só aluguel), O Espetacular Homem-Aranha (R$ 29,90), Prometheus (R$ 34,90) e Homens de Preto 3 (R$ 29,90), bem como clássicos como a série O Poderoso Chefão.
Filmes em definição padrão podem ser assistidos na web, via streaming, ou em um tablet ou smartphone Android. Já os em alta-definição só podem ser assistidos nos dispositivos móveis. No caso de uma locação o usuário tem 30 dias para começar a assistir o filme, e assim que começar mais 24 horas para terminar. Os filmes tem legendas em português.
Já os livros podem ser lidos na web ou em dispositivos móveis compatíveis. O catálogo inclui sucessos como "Cinquenta Tons de Cinza" e a série "A Guerra dos Tronos", bem como lançamentos de autores nacionais como "Carcereiros", de Dráuzio Varella. Os preços variam de acordo com o título. A versão eBook de Carcereiros, por exemplo, custa R$ 21,90, menos que a versão em papel na Livraria Saraiva.
Com a chegada dos filmes e livros, a Loja de Conteúdo da Google no Brasil fica quase completa: ainda faltam as músicas. Abrem-se também as portas para o eventual lançamento do Nexus 7, tablet Android da Google que tem grande ênfase no consumo de conteúdo oferecido pelos serviços da empresa.
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eBook: Amazon inicia operação no Brasil

Após diversos adiamentos, a Amazon inicia hoje suas operações no Brasil! Decisão ocorre após ter assegurado o catálogo digital (eBooks) das mais importantes livrarias do país.

A empresa fechou na semana passada acordos com a Companhia das Letras e com a Intrínseca, editora que detém o bestseller "Cinquenta Tons de Cinza".
Há duas semanas, a empresa já havia firmado acordo com a DLD (Distribuidora de Livros Digitais), que reúne as editoras Sextante, Rocco, Objetiva, Record, Novo Conceito, LP&M e Planeta.
O site brasileiro da Amazon estreou, como esperávamos, apenas com livros digitais e, obviamente, com o leitor Kindle. A empresa prevê montar uma operação completa de eCommerce, mas ainda não há data para isso.
O início das operações da Amazon era esperado para a semana passada. A empresa corre para chegar ao mercado antes de quarta-feira, quando começam as vendas do concorrente Kobo, leitor de eBooks canadense, que será vendido em parceria com a Livraria Cultura.
O acordo da Companhia das Letras com a Amazon acontece um mês depois de a editora assinar com a iBookstore, da Apple. Segundo Uehara, a editora também mantém conversas avançadas com o Google.
O catálogo digital da Companhia das Letras já soma 537 títulos. Até o fim deste mês serão 600, três vezes mais do que em janeiro.
As vendas de eBooks, de janeiro a outubro, já superam o dobro das vendas do ano passado.
Dos 400 livros digitais lançados neste ano, cerca da metade é composta porlançamentos, e o restante, por títulos de catálogo.
Em 2013, Uehara planeja dobrar seu catálogo digital, atingindo ao menos 1.200 títulos. O catálogo ativo da editora soma 3.000 títulos.
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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Quantidade de Assinantes de TV Paga no Brasil cresce com vigor

Brasil adicionou 277,6 mil novos assinantes de TV paga e fechou setembro de 2012 com mais de 15,4 milhões de domicílios atendidos pelo serviço. Segundo balanço divulgado nesta quarta-feira (24/10) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
TV por Assinatura

Entre setembro de 2011 e setembro de 2012, foram registradas mais de 3,5 milhões de novas assinaturas.
Considerando-se que o número médio de 3,3 pessoas por domicílio divulgado pelo IBGE, os serviços de TV paga são distribuídos para aproximadamente 50,8 milhões de brasileiros.
No Brasil há cerca de 60 milhões de domicilios. O número de domicílios que possuem os serviços de TV por paga se aproxima muito do número de assinaturas, o que corresponde a uma penetração aproximada de 25,9 de cada 100 domicílios do País.
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sábado, 25 de agosto de 2012

Como Financiar uma Startup no Brasil?

Novo programa financia pequena empresa inovadora



Programa São Paulo Inova, lançado pelo governo estadual, prevê recursos de até R$ 250 milhões para empresas dedicadas à inovação!

São Paulo Inova: Startup no Brasil

Micro e pequenas empresas dedicadas à inovação tecnológica, mesmo que ainda não tenham faturamento, podem agora recorrer ao governo do Estado de São Paulo para financiar seus projetos.

O programa São Paulo Inova apresenta um conjunto de três linhas de financiamento, sendo administrado pela Agência de Desenvolvimento Paulista (Desenvolve SP). Os valores variam de R$ 20 mil até R$ 200 mil de financiamento, sem juros nem correção monetária, que pode chegar a 60 meses.

"Não é mais só nos Estados Unidos que empresas de fundo de quintal viram as maiores empresas do mundo", declarou o governador do Estado, Geraldo Alckmin.

A inscrição no programa São Paulo Inova ocorre na Desenvolve SP (na Rua da Consolação, 371, 2.º andar ou em seu website). Seguem os contatos para dúvidas: (11) 3123-0464 ou atendimento@desenvolvesp.com.br.

Porém o que define uma empresa como inovadora? "É aquela que busca criar novos produtos ou novos processos de produção e que faz isso por meio de um processo científico. Ela deve baratear o que está à disposição da sociedade no mercado", responde o presidente da Desenvolve SP, Milton Luiz de Melo Santos.


Apesar de o fundo São Paulo Inova ser concebido em parceria com a incubadoras e parques tecnológicos, as companhias independentes também serão beneficiadas.

O tempo para se ingressar em uma das mais de 20 incubadoras de projetos vinculadas ao órgão vai de duas a três semanas. Quem faz parte de uma incubadora sai na frente ao tentar conseguir financiamento, porque já passou por uma triagem.

Inovação Paulista: trata-se de uma linha de incentivo que integra o São Paulo Inova para atender a empresas que não desenvolvem produtos nem processos produtivos inovadores, mas que incorporam novidades tecnológicas, tornando-as mais competitivas.

O Fundo Inovação Paulista tem patrimônio de R$ 100 milhões. Até um quarto dessa quantia deve vir da Desenvolve SP. O restante terá participação do Sebrae-SP, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e da iniciativa privada.

Terão preferência nessa linha projetos de nanotecnologia, tecnologia da informação, fotônica e ciências da vida.

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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

eCommerce fatura R$ 10,2 bi no 1º semestre de 2012

O Comércio Eletrônico brasileiro mantem seu ritmo de expansão na ordem de dois dígitos em 2012.

eCommerce no Brasil

O incremento no faturamento do setor no primeiro semestre deste ano foi de 21%, em relação ao mesmo período de 2011, de acordo com o relatório Webshoppers publicado hoje. O mercado aposta no crescimento entre 20% e 25% na receita bruta do setor em 2012.

Segundo dados do Webshoppers, o e-commerce brasileiro deve atingiu um faturamento de R$ 10,2 bilhões no início de 2012.

O varejo online continua sendo um negócio extremamente saudável, principalmente se comparado com os demais setores da economia.

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), projeta para o ano de 2012 que o setor manterá o ritmo de expansão na casa dos 22%, com faturamento superior a R$ 22,5 bilhões. Estamos com uma grande expectativa pra 2012, pois esperamos romper com folga a marca dos R$ 20 bilhões de faturamento este ano.

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sábado, 11 de agosto de 2012

Amazon ainda não sabe quando vem para o Brasil

"Sinto decepcionar vocês, mas não temos nenhuma novidade sobre o assunto", disse o executivo para uma plateia de quase cem pessoas.

Durante palestra na Bienal do Livro (10/ago), o vice-presidente mundial e de Kindle da Amazon, Russ Grandinetti, afirmou que a companhia ainda não tem uma data para lançar seu leitor e sua loja de livros digitais no Brasil.
Kindle no Brasil
Grandinetti disse que os impostos e o modelo financeiro da operação estão entre os desafios para a chegada do serviço ao país. “Os problemas que enfrentamos são os mesmos de qualquer empresa que quer se estabelecer no Brasil. Mas são coisas que iremos superar”, disse o executivo.

De acordo com o executivo, o desembarque no Brasil faz parte da estratégia da Amazon de ter o serviço disponível em todo o mundo. Quatro anos depois de ser lançado, o Kindle tem lojas específicas em seis países e é exportado para mais 175 a partir dos EUA.

Além de Grandinetti, estão presentes na Bienal os executivos Pedro Huerta, responsável pelos negócios de Kindle na América Latina e Mauro Widman, contratado recentemente para tocar as operações no Brasil. Segundo Widman, as negociações com editoras para trazer o leitor e sua loja de livros estão indo bem. “A vinda do Russ ao Brasil mostra isso. Ele não viria se não estivesse tudo funcionando”.

Desde março deste ano há informações de que a companhia norte-americana pudesse chegar em setembro ao Brasil, e que a empresa iria comercializar apenas Kindles, livros, CDs e DVDs.

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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Google, PayPal e Gigantes de Telecom se unem em Comitê de padrões de Pagamentos Móveis

 

A Associação de Transações Eletrônicas (Electronic Transactions Association - ETA) anunciou a formação do que estão chamando de Comitê de Pagamentos Móveis.

Pagamento Móvel

Uum grupo de companhias trabalharão juntas para criar padrões e alavancar a situação atual dos pagamentos por dispositivos móveis com os notáveis parceiros norte-americanos, AT&T, T-Mobile, Sprint e Verizon, e outras empresas como Google, PayPal e ISIS.

Enquanto todas as empresas estão focando na competição de seus produtos, também perceberam o benefício de lançar suas mercadorias seguindo padrões em comum, acordados por todos. De acordo com o CEO da ETA, Jason Oxman, “a ideia do comitê é reunir todos os players em uma mesa, pedir que todos deixem de pensar como suas empresas e pensem como a indústria no geral, para discutir os problemas a serem resolvidos”.

Desta forma, apenas as empresas que podem oferecer o que os consumidores querem, de maneira fácil e segura, poderão sobreviver, então é importante colocar em ordem todas as regras e padrões enquanto a tecnologia ainda está em estágio inicial.

Outras empresas que irão participar do comitê incluem Google, Isis, Verizon, Wells Fargo, Capital One, American Express, Discover, MasterCard, Visa, PayPal, VeriFone, Intuit, First Data, Panasonic e Neustar. Eles discutirão vários temas sobre o futuro de pagamentos móveis, incluindo:

  • os relacionamentos comerciais precisam apoiar inovação e alcançar a interoperabilidade da rede, entre operadoras, cartões de crédito, redes móveis, operadores e fabricantes de equipamentos e instituições financeiras;
  • explorar a necessidade das “melhores práticas” que garantem aos operadores e consumidores tem acesso às soluções de pagamento móveis mais inovadores e eficientes;
  • a educação de legisladores e reguladores para desenvolver políticas públicas de pagamentos móveis e;
  • a educação de operadores e consumidores sobre o potencial de pagamentos móveis, para que seja provida uma experiência mais eficiente, confiável e segura no momento da compra.

Este Comitê de Pagamentos Móveis terá sua primeira reunião no fim do mês de Agosto, com reuniões mensais.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Venha conhecer a solução EnterPLAY Cloud Video na ABTA 2012!

31 de julho a 02 de agosto de 2012 no Transamérica Expo Center

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Venha saber como alavancar seus negócios por meio da melhor plataforma de vídeo para Redes Híbridas e Redes IP, com distribuição para qualquer dispositivo, com máxima eficiência de consumo de banda.

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quarta-feira, 25 de julho de 2012

HBO e Telecine lançam serviços de VoD liberando seu conteúdo na Internet

Cada vez mais, o Video on Demand ocupa seu espaço frente a TV, seja por Assinatura, seja aberta.

A televisão vai dividir agora espaço com qualquer outra tela conectada à Internet.

Os dois principais canais de Filmes e Séries do país, a rede Telecine e a HBO --que disputam os cerca de 14 milhões de assinantes de TV por assinatura do Brasil-- disponibilizarão seu conteúdo na web para o público assistir às atrações quando quiser.

A lógica de ambos (Play e Go) é ampliar as plataformas de quem paga para assistir aos filmes e séries na TV.

Em agosto, os cerca de 2 milhões de assinantes dos pacotes de dez canais HBO na televisão vão poder assistir às produções originais deles em qualquer computador pelo serviço HBO Go.

A tecnologia para acessar o serviço em outros dispositivos, como iPad, iPhone e iPod ou aparelhos que têm o Android como sistema operacional, será disponibilizada até o fim do ano.

O cardápio do Go inclui cerca de 1.000 títulos, desde o último episódio de "True Blood" --que estará disponível sempre na manhã seguinte à exibição na TV-- ao acervo de filmes próprios da HBO, que tem produções como "Game Change", em que Julianne Moore ("Ensaio sobre a Cegueira") interpreta a política americana Sarah Palin, ex-candidata à Presidência dos Estados Unidos.

"É um serviço adicional para agregar valor à assinatura dos nossos canais", explica Miguel Oliva, diretor da HBO.

O Brasil será o primeiro país da América Latina a testar o Go, já disponível nos Estados Unidos e em alguns países da Ásia.

Segundo Oliva, a ideia do serviço, restrito aos assinantes do pacote de TV, nunca foi desvincular os conteúdos do canal, mas responder a uma mudança de hábito entre seus consumidores, também usuários de Internet.

CONCORRÊNCIA

Os 3 milhões de assinantes dos seis canais Telecine vão ter outros 1.000 títulos disponíveis para do menu de programação na Internet, no serviço chamado de Telecine Play, lançado nesta quarta (25/jul).

Por enquanto, o acervo só estará acessível para computadores --ainda não há data para outros dispositivos.

Essa é uma tendência mundial que desembarcou no país no ano passado com o crescimento do site brasileiro Netmovies e a chegada do americano Netflix.

Os dois oferecem um menu com filmes e séries on-line, a partir de assinatura mensal. Em nove meses de atuação no país, o Netflix, que tem o Brasil como principal mercado na América Latina, alcançou 1 milhão de assinantes latinos.

Para Nelson Hoineff, presidente do Instituto de Estudos de Televisão, o Brasil demorou para entrar na nova onda de programação televisiva fora da televisão.

Agora, então, seria o momento da TV paga fidelizar seus novos consumidores em outras plataformas.

"As operadoras tiveram um crescimento neste primeiro semestre de 14,8%. E elas estão 'amarrando' os clientes ao oferecer sinal de TV, telefone e Internet ao mesmo tempo", ele explica.

Ao oferecer serviços múltiplos, esse tipo de iniciativa fez mudar o consumo de conteúdos audiovisuais.

"A organização da TV, com a grade fixa, é engessada, ultrapassada e anacrônica. A geração virtual vê o que quer, na hora que quer e como quer. A Internet é a ferramenta do novo consumidor", diz o especialista.

Fonte: Folha de São Paulo

Veja também: O Fim das Videolocadoras!

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Janela de Exibição do VoD

terça-feira, 17 de julho de 2012

Como usar a web ao seu favor e se prevenir contra as fraudes

Atualmente as tentativas de fraude e roubo vêm aumentado na Internet. A maioria visa obter números do cartão de crédito. Com um mínimo de entendimento sobre o funcionamento da rede e familiaridade com as falsificações utilizadas, é possível escapar desses golpes.

Os riscos que corremos não podem nos afastar das tecnologias atuais, tão necessárias que já se tornaram indispensáveis em nossa vida. Elas devem funcionar para nosso benefício e nos ajudam em todos os sentidos. Entretanto, há um lado cruel da utilização da Internet para exploração das pessoas, que não deve nos atemorizar a ponto de condenar todo o sistema. A Internet torna nosso estilo de vida mais ágil, reduzindo a burocracia e tornando os serviços acessíveis, com redução de desperdício de energia.

Prevenção de Fraudes OnlineOs perigos existentes na web revelam a face escura da natureza humana. Cada novo vírus criado, cada fraude imaginada e posta em prática, atacam um indivíduo desprevenido e confiante, que é enganado por um desconhecido que julgou ser seu amigo, atraído por uma promessa, desejoso de consumir um produto ou também acreditando que achou “a galinha dos ovos de ouro” em um golpe de sorte.

Sem conhecimento do perigo, o internauta pode acessar um site falso, julgar que está em um ambiente confiável. Até mesmo um bom anti-vírus não é suficiente para a segurança de um usuário. O mais importante é usar o bom senso, “confiar desconfiando”, não aceitar ofertas mirabolantes, pesquisar o histórico do site e não aceitar arquivos desconhecidos.

Para compras, a Internet oferece informações úteis, comparando serviços e preços em sites confiáveis. Atualmente é possível fazer uma cotação até para empréstimos e financiamentos, simulações para planos de saúde e seguro de vida. É possível comprar na Internet com preços mais acessíveis do que no comércio local e receber em casa de forma segura. As opções para crédito variam desde o uso do cartão até o pagamento por boleto bancário ou depósito na conta do vendedor. Entretanto, a maneira mais segura vem sendo oferecida pelos sites de pagamento seguro, que registram a operação e oferecem toda a comprovação do procedimento, para segurança do vendedor e do comprador.

Avisos de cobranças ou depósitos não devem ser considerados, pois dificilmente empresas sérias mandam e-mails desse tipo. Instituições bancárias também não enviam e-mails aos seus clientes, para não favorecer as fraudes.

Quando se toma os devidos cuidados, uma compra pode ser feita com segurança pela Internet e os produtos serão recebidos em casa, em perfeito estado e com toda a segurança. Aliás esse é um hábito que vem se popularizando cada vez mais. A maioria absoluta dos compradores continua comprando e está satisfeita. Existem sites valiosos sobre educação financeira, investimentos, gerenciamento financeiro, cursos online e até com dicas para economizar com seguro de carros. Com a Internet acessível a um número cada vez maior de internautas, as informações sobre os perigos da web devem ser democratizadas, para que os golpes não se difundam e prejudiquem os bem-intencionados.

Este artigo foi enviado para o blog da Economia Digital por Guilherme da Luz, editor dos site Emprestimo.org.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Amazon chega no Brasil em 2012

Os Brasileiros respondem por 1% do tráfego mundial aos sites da Amazon. Isso se compara a 2,3% no Reino Unido e 1,3% na Alemanha, onde a empresa já conta com operações locais.

Amazon - eCommerce Brasil
Assim, nada mais natural do que a Amazon também pretender aportar em nosso país.

O plano é iniciar as operações antes do Natal deste ano e crescer orgânicamente na maior economia digital da América Latina com seu tablet, o Kindle, e um catálogo de eBooks em português.

Esta estratégia 100% digital permitirá à Amazon minimizar os riscos que uma estreia de maiores proporções implicaria num país com uma infraestrutura notoriamente deficitária e um sistema tributário complexo e excessivamente pesado. A empresa ainda terá de enfrentar uma desaceleração do crescimento econômico do Brasil que ameaça arrefecer o consumo.

Essa será a mais recente incursão da Amazon em mercados emergentes (BRICS), após ingressar na China em 2004 e na Índia, no início deste ano.

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terça-feira, 12 de junho de 2012

Sites de Compras Coletivas lutam contra Regulação Excessiva

Precisamos que o Comércio Eletrônico continue com Menos Regulação Estatal e mais Mais Autorregulação

Regulação das Compras Coletivas

Visando conter o arrojo super regulatório do poder Legislativo brasileiro, os sites de Compras Coletivas tentam conter no Judiciário e no campo político a proliferação de leis estaduais para regulamentar o setor, que faturou no ano passado R$ 1,6 bilhão. As empresas ClickOn, Groupon, Peixe Urbano e Viajar Barato conseguiram antecipação de tutela (liminar) - já mantida em segunda instância - contra norma do Estado do Rio de Janeiro, que entrou em vigor neste ano. O Paraná também editou uma lei semelhante e pelo menos seis outros Estados pretendem seguir o mesmo caminho.

As empresas alegam que os Estados não têm Competência Constitucional para legislar sobre matérias de direito civil e comercial e que o Código de Defesa do Consumidor (CDC) já abrange todas as relações de consumo. Além disso, argumentam que as leis em vigor prejudicam seus negócios. A principal crítica recai sobre o prazo estabelecido para utilização dos cupons, que varia entre três e seis meses, dependendo do Estado. Ofertas voltadas à cultura, entretenimento e turismo estariam entre as mais prejudicadas pelas novas normas.

"A maioria das ofertas é pontual. Os varejistas aproveitam momentos de estoque alto ou de baixa ocupação para oferecer produtos e serviços", diz Tiago Camargo, coordenador do Comitê de Compras Coletivas da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara-e.net). Depois da edição da lei fluminense, que serviu de inspiração para outros Estados, a entidade decidiu lutar no campo político para evitar a aprovação de novas normas. Está enviando ofícios para os poderes Executivo e Legislativo, assinados pelo seu presidente, Ludovino Lopes, para demonstrar como esses projetos de lei poderiam prejudicar os negócios do setor e o consumidor.

Em São Paulo, um projeto de lei semelhante acabou sendo vetado pelo governador Geraldo Alckmin, que considerou a iniciativa inconstitucional. No Paraná, no entanto, depois do veto do governador, a lei acabou sendo promulgada pela assembleia legislativa, e pode ser o próximo alvo do setor.

Leia também:

eG8 - Gigantes da Internet pedem menos Regulação na Rede
Brasil precisa investir na regulação e investigação de Crimes Eletrônicos
Fonte: Valor Econômico

sábado, 12 de maio de 2012

O que mudou nos últimos 5 anos

"O que mudou nos últimos 5 anos" - Grandes transformações foram vividas pelo mercado da comunicação nos últimos 5 anos.  

Fazendo uma retrospectiva e uma análise dos principais acontecimentos dessa revolução tecnológica, podemos afirmar que a Internet evoluiu e se difundiu mais nos últimos 5 anos, do que nos 15 anteriores.

A tecnologia é uma ferramenta incrível, que melhorou muito a forma de comunicação em todo o mundo, tornando-a mais rápida, inteligente e eficaz. Atualmente, a Internet já é o “continente” mais populoso do planeta, com 2,3 bilhões de “habitantes” e sua maior Rede Social, o Facebook, é o 3º. maior “país” do Mundo, com mais de 900 milhões de “habitantes” e uma previsão de ultrapassar 1 bilhão ainda neste ano.

Contemplando a Internet como um meio de comunicação, percebemos a mídia que mais prima pela velocidade e transparência irrestrita, no que tange à divulgação de notícias e do conhecimento humano. Neste aspecto, podemos usar como exemplo o sucesso inconteste da última eleição presidencial da maior economia do planeta, os EUA, considerada a primeira Eleição da Internet e a melhor Campanha Política já realizada nos Estados Unidos, servindo, por fim, de resposta ao obscurantismo das duas eleições presidenciais anteriores, naquele país.

Esta nova dimensão multimídia da comunicação instantânea vai além dos textos e hiperlinks da World Wide Web, democratizando o áudio e o vídeo, por meio de aplicativos como as rádios web LastFM e Pandora, o YouTube e o Netflix. Nesta miríade multimeios, cada vez mais, migramos de meros expectadores para prosumers (Producer + Consumer / Produtor + Consumidor), como fomos rebatizados por Alvin Toffler, ao enfatizar que já não apenas consumimos na Internet, mas também produzimos e inundamos a Rede com os virais User Generated Contents (Conteúdo Gerado por Usuários).

Por fim, nos últimos 5 anos, vivemos a reinvenção da telefonia celular, com o surgimento do revolucionário iPhone e dos Smartphones baseados em Android e Windows Mobile. Enfim,  avanço da telefonia pessoal foi um grande fator de inclusão social e digital...

A computação pessoal também não saiu incólume, pois neste período tivemos a oportunidade de fazer parte de uma nova era no “Calendário Geológico” da tecnologia, com a Aurora da era Pós-PC, materializada na concepção do iPAD e demais Tables baseados em Android.

Em resumo, as Redes Sociais agilizaram e democratizaram a comunicação, aproximando pessoas e organizações, exponenciando a força e alcance do “boca-a-boca”. Os novos meios de comunicação multimídia na web transformaram em produtores e roteiristas, todo e qualquer ser humano que necessite se expressar. A web transformou-se na nova caverna e o YouTube, na nova pintura rupestre. Por fim, os tablets são os novos mamíferos, surgindo no crepúsculo da era do enormes dinossauros, agora representados pelos computadores pessoais.

Fonte: Internet World Stats http://www.internetworldstats.com/stats.htm

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Padrão ICP-Brasil integra Plataforma Eletrônica de Negociação de Energia Elétrica

Certificação Digital ICP-Brasil integra plataforma eletrônica de Negociação de Energia Elétrica - BRIX





Os setores da economia nacional têm encontrado nas Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) alternativas de modernização capazes de dar celeridade aos seus processos, garantindo boa imagem perante seus públicos com políticas de responsabilidades social e ambiental. Nesse contexto, a Certificação Digital no padrão da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil) tem confirmado sua importância ao protagonizar a assinatura de documentos eletrônicos, conferindo-lhes integridade, autenticidade, confiabilidade e presunção legal.

A Brazilian Intercontinental Exchange (BRIX), primeira Plataforma Eletrônica do Mercado Livre de Energia Elétrica do Brasil, prepara a implementação da Assinatura Digital nos contratos realizados na plataforma. Com esse recurso será possível assinar e reconhecer eletronicamente a autenticidade dos contratos negociados na plataforma de forma ágil, prática e segura. Em nota, a BRIX declarou que uma das vantagens da utilização de Certificados Digitais ICP-Brasil é a sensível redução de custos envolvidos com o reconhecimento de assinatura em cartórios, bem como com a logística física relacionada.

“Após o fechamento da negociação, a plataforma envia um e-mail para cada uma das partes e é possível a inserção da Assinatura Digital no contrato gerado, eliminando a necessidade de reconhecimento da assinatura em cartório, pois tudo é feito eletronicamente”, explica o CEO da BRIX, Marcelo Mello.

O Mercado Livre de Energia no Brasil foi criado em 1995 e já representa cerca de 25% do consumo de energia do país, movimentando aproximadamente R$ 25 bilhões por ano em transações de compra e venda de energia. Praticamente todas as indústrias de médio e grande porte já se tornaram consumidores livres de energia, e atualmente o mercado livre se expande para os setores comerciais e de serviços. Todos os consumidores cuja carga é superior a 0,5MW (500KW) podem optar por se tornar livres e negociar seus contratos com total liberdade em relação a: volume, preço, prazo, indexação e flexibilidade de consumo.

Fonte: ITI - Instituto Nacional de Tecnologia da Informação

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Novos milionários da Internet

Brasileiros fazem fortuna com novas ideias na Internet

Brasileiros fazem fortuna com novas ideias na Internet

Os brasileiros que fizeram mais sucesso no exterior entre os nascidos nos anos 70 talvez tenham sido os atletas Ronaldo Nazário, o Fenômeno, e Gustavo Kuerten. Eles ainda são de uma época em que para ser jovem, famoso e rico era preciso ser ídolo em algum esporte, integrar uma banda de rock ou atuar em novelas.

Tudo mudou com a nova geração, nascida no final dos anos 80 e começo dos 90, que praticamente se alfabetizou depois de a internet ter se popularizado. Entre esses jovens, dois brasileiros fizeram uma fortuna que estaria nos sonhos até mesmo de craques do Barcelona.

Eduardo Saverin foi o primeiro deles, ao transformar-se em cofundador do Facebook. Segundo a revista Forbes, ele integra a lista dos bilionários mundiais. Outro novo milionário do mundo digital é o brasileiro Mark Krieger, que estampou as capas do New York Times e do Wall Street Journal na semana passada, depois de vender o Instagram, um aplicativo de compartilhamento de fotos no celular, justamente para a gigante rede social.

Por ter 10% da empresa, Krieger, criado num condomínio de Alphaville, ou brasileiro "by birth", como ele se descreve no Twitter, tem agora cerca de US$ 100 milhões entre dinheiro e ações do Facebook, a nova proprietária do Instagram.

Em comum, os dois estudaram em algumas das universidades mais renomadas do mundo. Saverin se graduou em Harvard, onde fundou o Facebook com Mark Zuckerberg. Krieger é de Stanford, na Califórnia. Ele ainda vive no Vale do Silício, onde o cofundador do Facebook também já viveu.

Muitos brasileiros dessa nova geração têm se mudado para os Estados Unidos em busca do sonho de conseguir o mesmo sucesso de Saverin e de Krieger. Como os dois, também ingressam em universidades de renome e acabam indo para a Califórnia não para surfar ou ser artista de cinema, como os jovens do passado, mas para tentar ser o próximo prodígio do mercado tecnológico, criando um produto que encante o mundo.

No topo dessa lista está a brasileira Bel Pesce, que nasceu em uma família de classe média de São Paulo e estudou no colégio Etapa. Foi aceita no MIT e, de cara, precisou lidar com o seu primeiro problema: pagar a anuidade de cerca de US$ 40 mil. Como seus pais não podiam ajudá-la, ela trabalhou em empresas como Google, Microsoft e Deutsch Bank, além dos departamentos de Matemática e Economia do MIT e no prestigioso Media Lab.

Hoje, Bel vive no Vale do Silício e comanda o Lemon, um aplicativo para celulares que serve para organizar os gastos. "Observamos que os smartphones mudaram o comportamento das pessoas de muitas maneiras", disse Bel. Ela exemplifica: "Não há mais necessidade de carregarmos uma câmera, mas, por outro lado, ainda carregamos carteiras cheias de recibos, cartões e muito mais, por isso acreditamos que o celular poderá se transformar em uma carteira inteligente, com muito mais recursos".

Fonte: O Estado de S. Paulo

sábado, 31 de março de 2012

Estratégias de pagamentos móveis para o comércio eletrônico

Pagamentos Móveis e o Comércio Eletrônico

Pagamentos Móveis e o Comércio Eletrônico

O Comércio Eletrônico tem crescido acima da média do comércio tradicional há alguns anos, no Brasil e no resto do mundo. A expectativa é que esse cenário permaneça assim pelo médio e longo prazo. Alguns fatores contribuem para isso: aumento do número de computadores em domicílios; aumento da penetração do uso da Internet pela população e aumento do consumo pelas classes C, D e E. Um quarto fator que poderá ajudar esse crescimento é a expansão do uso de dispositivos móveis no Comércio Eletrônico. Na categoria de dispositivos móveis incluem-se os smartphones, os tablets e os demais aparelhos celulares. O acesso a Lojas Virtuais por meio desses aparelhos ainda é pequeno, algumas lojas já divulgaram que cerca de 2% a 3% de seus acessos através deles. Todavia, esse número vem crescendo, e rápido. Para pequenos varejistas, isso traz a necessidade de adaptação de suas lojas bem como a possibilidade de aproveitar algumas oportunidades. Para isso, é interessante entender como o Comércio Eletrônico e o mercado de pagamentos móveis vêm se desenvolvendo, as experiências existentes em outros países, como está no Brasil e como se preparar de forma eficaz.

Origens

Pagamentos móveis, ou Mobile Payments, são todos os pagamentos realizados a partir de um dispositivo móvel como aparelhos de telefone celular e, mais recentemente, tablets. Como tal, suas origens estão atreladas ao surgimento dos primeiros aparelhos celulares com capacidade de envio e recepção de SMS. O SMS foi um dos primeiros métodos de concretização de pagamentos via celular. As formas variavam bastante, mas em geral o dono do aparelho enviava um SMS com palavra-chave e número único para um telefone específico. Recebia depois um PIN e o utilizava para acessar os conteúdos ou serviços comprados. Com a evolução tecnológica dos aparelhos, foram-se sofisticando as formas de pagamentos, passando do acesso WAP (onde o usuário navega por páginas web no aparelho, tendo a mesma experiência de compra que num computador desktop) para tecnologias mais modernas como o NFC (Near Field Communication), onde o aparelho pode ser utilizado para pagar compras em lojas físicas ou de serviços de transporte.

Experiências em outros países

A experiência com pagamentos móveis em outros países tem sido bastante variada. O Japão parece ser o mais avançado, onde o uso de NFC para compras em geral já é bastante difundido. Mas existem usos interessantes em países como as Filipinas e o Quênia. Além das novidades lançadas nos Estados Unidos. Nas Filipinas, os provedores locais de telefonia celular Smart Communications e Globe Telecom introduziram serviços através dos quais os usuários podem pagar contas, transferir dinheiro para outras pessoas e recarregar os créditos do celular. No Quênia, o provedor local de telefonia, Safaricom, começou um serviço pelo qual os usuários podiam compartilhar minutos com familiares em regiões remotas. O público, porém, encontrou outros usos para o serviço, praticamente transformando-o em uma quasi-moeda, sendo aceita para pagar táxis, por exemplo. A Safaricom enxergou a oportunidade e criou um novo produto de pagamento móvel, chamado M-PESA, onde os usuários puderam passar a pagar qualquer coisa a partir de seu aparelho celular. O sucesso foi tamanho que a Safaricom praticamente tornou-se o maior banco do leste da África. Recentemente, foi lançado nos Estados Unidos o Square, um produto que transforma os aparelhos celulares em terminais de captura de cartão de crédito. O funcionamento é simples, bastando instalar um aplicativo no celular e comprar um dispositivo que se acopla ao aparelho pela entrada de microfone. Feito isso, o celular está apto a capturar e processar pagamentos com cartão de crédito.

O estado atual no Brasil

No Brasil, podemos destacar duas principais iniciativas: a de transformar o celular em cartão de crédito e os pagamentos por SMS. Transformar o celular em cartão de crédito foi iniciado pela Novo ePay e pela Paggo, que criaram novas bandeiras de cartão porém utilizando apenas o celular (sem cartão plástico) como meio. Tirando essa diferença, o modelo de ambas é idêntico ao das bandeiras tradicionais de cartão no que tange a concessão de crédito, emissão e credenciamento de estabelecimentos. Com maior aceitação, porém, tem sido o uso do SMS como forma de pagamento. O SMS é utilizado principalmente por vendedores de conteúdo ou bens virtuais, onde o comprador acessa os itens pela internet, mas confirma o pagamento via SMS, sendo posteriormente debitado em sua conta telefônica ou diretamente no seu saldo pré-pago. Apesar do pagamento por SMS ter custos elevados para os vendedores, é uma forma que têm tido aceitação em certos nichos, principalmente o de jogos. Além disso, já se vê no Brasil um rápido aumento do número de acessos na internet a partir de celulares e tablets. Ainda não há números de mercado divulgados, porém estima-se que pelo menos 1% do acesso hoje ocorra por dispositivos móveis, centrados nas principais plataformas como iOS e Android.

Opções para as Lojas Virtuais
Pagamentos Móveis e o Comércio Eletrônico

Diante desse cenário, o dono de Loja Virtual precisa estar atento e preparado. Para isso, algumas ações podem ser feitas, de forma simples e com baixo custo. A primeira é preparar versões específicas do site ou da Loja Virtual para celulares. Dessa forma, os compradores que acessarem a loja virtual a partir de um celular terão uma boa experiência de navegação, aumentando as chances de concretizarem a compra. Com isso, além de não perder vendas de clientes que antes usavam o desktop para navegar e comprar, a loja pode alcançar novos compradores que estão acessando a Internet diretamente pelos celulares. Além da opção de deixar a loja preparada para a navegação móvel, o lojista pode também explorar a divulgação para aparelhos celulares, de forma análoga à que faz na Internet. Existem hoje opções de divulgação através de SMS, aplicativos e publicidade nas diferentes plataformas. Com elas, a loja consegue ampliar o seus canais de divulgação e atrair mais consumidores.

Conclusão

Nos EUA, a comScore aponta que o percentual do comércio eletrônico feito através de celulares ou tablets saltou de 2% no segundo trimestre de 2010 para 9% no quarto trimestre de 2011. Com o contínuo crescimento das vendas de smartphones e tablets, esse percentual tende a continuar crescendo. Embora no Brasil não hajam números divulgados, sabe-se que a tendência tem sido a mesma. Por isso, as Lojas Virtuais brasileiras precisam estar adaptadas a essa nova realidade e aproveitar ao máximo as oportunidades de Pagamentos Móveis.

Autor: Ricardo Dortas Schönhofen

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Brasil é o 7º maior mercado de Internet no mundo

O Brasil começou 2012 entre os 7 primeiros países em relação ao mercado de Internet no mundo, com aproximadamente 74 milhões de internautas que acessam a rede pelo trabalho ou da própria casa.


Brasil é o 7º maior mercado de Internet no mundo

O ano começou com uma nova perspectiva por parte das agências de publicidade e marketing digital, que estão considerando e fazendo ainda mais investimentos em mídias sociais, vídeos online, publicidade na web, internet móvel e sites de busca.

Impulsionadas por atividades como redes sociais, sites de busca, vídeos e compras online, o marketing digital vem mostrando que o consumidor está se voltando cada vez mais para a internet, gastando uma parte maior do seu tempo e sendo a principal influenciadora na decisão de compra.

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segunda-feira, 26 de março de 2012

Ciclo MPE.net – evento de eCommerce para as MPEs da camara-e.net

Participe da Economia Digital, não perca o Ciclo de Seminários gratuito de Comércio Eletrônico da camara-e.net – Ciclo MPE.net.

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sábado, 25 de fevereiro de 2012

Smartphone Wars - onde está o Windows Mobile?

E quanto ao Microsoft Windows Phone?
E quanto ao Windows Phone?
Será uma nova aurora para o Windows ou o crepúsculo da Microsoft?


A Apple acaba de reportar seu trimestre histórico, contribuindo para que as vendas de Smartphones supera, pela primeira vez na história, a venda de PCs (http://zite.to/z54UYS)!

O Android apoderou-se da "Lions Share" do mercado de dispositivos móveis.

Antigos líderes do setor, como a Nokia, a HTC e a Motorola tornaram-se hardware vendors, assim como suas similiares do mercado de PCs...

E a Microsoft?!? Como se reposicionará na era pós-PC a Gigante da era anterior? Mesmo tendo admitido no passado que nunca existiria um Zune (aka Windows) Phone, Steve Ballmer agora até cogita comprar a Nokia e/ou a RIM (aka BlackBerry) para, quem sabe, levar a Microsoft ao próximo ciclo tecnológico, no qual, tem hoje uma participação insignificante!

Até agora, durante a infância da era pós-PC, apenas o Android e o iOS reinam absolutos em Smartphones, Tables, SmartTVs, Set-Top Boxes e demais dispositivos... Será também esta a era da morte dos titãns da era pré-"Multi-Touch Smartdevices", como a Nokia e a RIM, já à deriva?

O certo é que o Windows Mobile chega no mercado 5 anos atrasada em relação às atuais estrelas, ou seja, o iPhone e o Android!

Honestamente, a gigante de Redmond (Microsoft) jamais dirá seu adeus à aurora da era pós-PC, sem antes lutar até à morte com os Jedis da Smartphone Wars, mesmo sabendo que não está mais do "lado bom da Força"!

Finalmente, certamente o Windows Phone receberá muita atenção a partir deste ano de 2012, e a compania de Redmond (juntamente com seus parceiros de hardware) derramarão até as últimas gotas de sangue, suor e lágrimas em cada batalha desta Guerra!

E quais seriam os primeiros resultados imediatos que poderemos analisar a fim de medir o sucesso ou insucesso deste grupo?

O primeiro e mais importante está próximo, pois em alguns dias (março) a Microsoft fará o lançamento de suas duas vedetes da CES, o HTC Titan 2 e o Nokia Lumia 900, na AT&T.

Para tanto, podemos esperar muita agressividade de mercado, por meio de promoções, bônus, insentivos e MUITA cobertura da mídia...

Será uma nova aurora para o Windows ou o crepúsculo da Microsoft?

sábado, 7 de janeiro de 2012

PayPal will let Home Depot Shoppers Pay at Checkout

PayPal Test Program Will Let Home Depot Shoppers Pay at Checkout

PayPal Mobile Wallet

EBay Inc.’s PayPal division plans to announce a partnership with Home Depot Inc. that lets shoppers use the payment system at checkout, taking aim at Visa Inc. and MasterCard Inc.’s credit card-swiping customers.

The agreement marks the company’s first retail partnership that allows payment on in-store terminals, said Anuj Nayar, a spokesman for the PayPal. Until now, the company has focused on e-commerce transactions.

PayPal, one of the fastest-growing parts of EBay, is trying to maintain its expansion by challenging traditional payment systems. The company is developing a so-called mobile wallet, which could be stored on a consumer’s smartphone or a special PayPal card, letting shoppers pay for items at checkout. The Home Depot project will roll out to consumers later this year, serving as a test project.

“Home Depot has a significant reach,” said Brian Blair, an analyst at Wedge Partners Corp. in New York. “PayPal has been historically in online payments. Now it becomes real-world currency.”

A small number of PayPal employees are already testing the Home Depot payment system at five stores, Nayar said.

The idea of the mobile wallet is to store credit- and debit-card information from a range of providers, with PayPal controlling the experience. The company plans to give customers the option to choose which provider they want to use up to 30 days after the sale.

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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

eCommerce nos EUA atinge Alta Histórica

comScore: Varejo Online registrou crescimento de 15% em 2011.

eCommerce nos EUA atinge Alta Histórica
O Comércio Eletrônico nos EUA alcançou a maior alta de todos os tempos no período de festas do ano passado.

Assim, entre novembro e dezembro de 2011, gastou-se US$ 37,2 bilhões, resultado bastante superior aos US$ 32,4 bilhões gastos em 2010. O desempenho também foi muito maior do que o auferido pelo varejo offline.

A Federação Nacional de Varejo (NRF) projeta que as vendas totais do segmento, excluindo-se os negócios online, tenham alta de 3,8% no período.

Segundo a comScore, a exuberante alta nas vendas online americanas foi impulsionada pela crescente oferta de frete gratuito.

Fonte: Agências internacionais